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Diocese da Guarda
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Vila Soeiro A Capela de São Pedro de Verona, no Outeiro de Vila Soeiro, União das Freguesias de Mizarela, Pêro Soares e Vila Soeiro, no concelho da Guarda, foi classificada como

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Capela de São Pedro de Verona classificada como Monumento de Interesse Público

Vila Soeiro A Capela de São Pedro de Verona, no Outeiro de Vila Soeiro, União das Freguesias de Mizarela, Pêro Soares e Vila Soeiro, no concelho da Guarda, foi classificada como Monumento de Interesse Público, por Portaria da Presidência do Conselho de Ministros - Gabinete do Secretário de Estado da Cultura, publicada na segunda-feira, dia 16 de Junho, em Diário da República.
A Portaria assinada pelo Secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, também fixa a Zona Especial de Protecção do monumento que “tem em consideração a implantação rural do imóvel, sobranceiro ao Vale do Mondego, e a sua fixação visa garantir o seu enquadramento paisagístico e as perspectivas da sua contemplação”. A classificação da Capela de São Pedro de Verona “reflecte os critérios constantes do artigo 17.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro, relativos ao carácter matricial do bem, ao seu interesse como testemunho simbólico ou religioso, e ao seu valor estético, técnico e material intrínseco”. “A singela Capela de São Pedro de Verona destaca-se sobretudo pelas pinturas murais seiscentistas que alberga na parede fundeira da capela-mor, cobertas até 1998 por um grande conjunto retabular. Este políptico pintado divide-se em seis painéis com cenas hagiográficas e representações da Vida de Cristo, incluindo uma Fuga para o Egipto e um Calvário. Embora não tenha sido identificada a autoria do conjunto pictórico, o desenho linear, ingénuo e pouco erudito, a reduzida palete de cores, as repetições e as deficientes perspectivas denunciam uma oficina regional, possivelmente activa entre os finais do século XVI e meados do século XVII”, refere o mesmo documento. E acrescenta: “No interior da capela, de nave única, guardam-se ainda algumas esculturas, um interessante retábulo em talha policromada, com representações de Doutores da Igreja, e o púlpito em granito”. “Ainda que não constitua um edifício particularmente relevante em termos arquitectónicos, a Capela de São Pedro de Verona de Vila Soeiro assume um papel localmente representativo em termos estético-artísticos, assim como na devoção e no imaginário popular”, refere também a Portaria.

Ordenação do Padre Daniel Cordeiro - Homilia de D. Manuel Felício

Solenidade dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo Homília de D. Manuel Felício na Ordenação sacerdotal do Daniel José Tomé da Silva Cordeiro
1. Celebramos hoje a Solenidade dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo. Eles são os dois mais importantes pilares sobre os quais está assente a Igreja de Jesus Cristo, que a si mesmo se define como Igreja Apostólica. E são dois pilares distintos, mas que se completam, como vai acentuar o prefácio próprio do dia de hoje ao definir a pessoa de Pedro como aquele que primeiro confessou a Fé em Cristo e a de Paulo como aquele que a ilustrou com a sua doutrina; Pedro que estabeleceu a Igreja de Cristo entre os filhos de Israel e Paulo, que anunciou o Evangelho a todos os povos. Com as suas diferenças e mesmo algumas discordâncias, o certo é que ambos trabalharam, cada um segundo o seu dom, para formar a única Igreja de Cristo. Sendo assim, eles representam hoje a garantia para toda a Igreja da sua solidez apostólica. 2. O Evangelho de Mateus hoje diz-nos que a solidez da Igreja como também a solidez do Colégio apostólico e do ministério que, por vontade de Cristo, os apóstolos iniciam está na profissão da verdadeira Fé. Os apóstolos são interpelados por Cristo para se definirem na sua relação de Fé com o mestre, que eles admiravam e seguiam, com algum entusiasmo, embora à mistura com muitas incompreensões e expectaticas desajustadas. Todos tiveram dificuldade em dar a sua resposta pessoal comprometida à pergunta decisiva que o mestre lhes fez – e vós quem dizeis que eu sou? A resposta de Pedro, que de facto é resposta também do grupo, está certa, mas só foi possível com a garantia de uma revelação superior vinda do Pai que está no Céu. De facto, a carne e o sangue não chegaram já. A Fé de Pedro, como a dos apóstolos, assim como a Fé de cada um de nós no seio da Igreja é sempre um dom que recebemos, vivemos, guardamos e procuramos comunicar, no exercício da nossa responsabilidade missionária. De facto, a nossa identidade de baptizados é sermos discípulos missionários. Também o Apóstolo Paulo, ao relatar a sua experiência de Apóstolo para o discípulo Timóteo dá conta da sua satisfação ao dizer – guardei a Fé. Guardar a Fé é acolher este grande dom, mas é também fazer dele vida da nossa vida, sempre na fidelidade à sua fonte quer é Pessoa de Cristo. E é igualmente, no exercício da nossa responsabilidade missionária, levá-la àqueles que a não têm. Foi essa a experiência e Paulo, que em si mesmo viveu a vocação missionária de levar aos gentios a Boa Nova ou Evangelho de Cristo. Este foi de facto o combate da sua vida e, se é legítimo ligar o nosso ministério a qualquer espécie de carreira, essa foi também a carreira, pela qual deu a sua vida. A base desta experiência feliz feita pela pessoa de Paulo também ele a explicita para todos nós quando diz na Carta a Timóteo: “ O Senhor esteve a meu lado e deu-me força para que, por meu intermédio, a mensagem do Evangelho fosse plenamente proclamada e todos os pagãos a ouvissem”. 3. Daniel Cordeiro, a partir de hoje vão chamar-te Padre Daniel. Não te esqueças de que o ministério que o nosso título de padre representa é o ministério que remonta aos apóstolos e só pode ser exercido em benefício da Igreja com base na Fé em Cristo ressuscitado e vivo. Que a tua experiência de Padre a partir de hoje seja como a de Paulo, que experimentou como o Senhor esteve sempre a seu lado e lhe deu força. Tal como a profissão de Pedro hoje relatada no Evangelho de Mateus foi o ponto de partida para o Senhor lhe confiar duas grandes responsabilidades – pedra fundamental da Igreja enquanto chefe do colégio apostólico e garantia do ministério da reconciliação – também a tua profissão de Fé na Pessoa de Cristo e só ela pode ser a garantia de que exerces com responsabilidade o ministério sacerdotal que hoje te é conferido. Não tenhas medo, pois como aconteceu com o apóstolo Paulo, o Senhor libertar-te-á sempre da boca do Leão, diga-se. Estará sempre contigo no meio das dificuldades e para as enfrentar. E como aconteceu com Pedro, libertar-te-á sempre das muitas prisões que teimam em impedir o exercício do nosso ministério para bem da Igreja e da própria sociedade que Ele próprio nos manda evangelizar. E quando inicias o importante ministério apostólico na vida da Igreja, desejo lembrar-te com brevidade algumas orientações do nosso Papa Francisco que ele dirige a toda a Igreja, mas se aplicam também e de modo especial ao exercício do nosso ministério. Ele recomenda a toda a Igreja que seja uma Igreja em saída, ao encontro das periferias. Para que tal aconteça recomendo que sejamos nós a tomar a iniciativa e ir ao encontro das pessoas, sobretudo as que mais precisam. E usa mesmo um neologismo para sublinhar esta atitude de iniciativa - primeirear. Depois da iniciativa de ir ao encontro das pessoas recomenda o envolvimento com elas, no conjunto das suas preocupações. E diz que tal como Cristo lavou os pés aos apóstolos num gesto profético que destruiu todas as distâncias, também nós havemos de procurar sempre a proximidade e desfazer barreiras. Utilizando as palavras do mesmo Papa Francisco, lembramos que “a comunidade missionária encurta distâncias, abaixa-se, se for necessário, até à humilhação e assume a vida humana tocando a carne sofredora de Cristo no Povo”. Estas palavras do Papa (Evangelium Gaudium, n.24) são em primeiro lugar para nós sacerdotes. O terceiro passo que o Papa nos recomenda para cumprirmos o desígnio de uma Igreja em saída é o acompanhamento das pessoas. E continua o Papa, este acompanhamento “conhece longas esperas e exige muita paciência, pede que evitemos o pessimismo de quem só olha para o lado mau em vez de confiar na providência de Deus e ser capaz de ler os seus sinais, ainda que por vezes muito ténues e discretos. O Papa pede-nos ainda que demos atenção aos frutos que vão aparecendo, embora muitas vezes não com a abundância e sobretudo a visibilidade desejada. Como comunidade evangelizadora nós sabemos que é sempre o Senhor da Messe quem fecunda e faz frutificar. Sabemos também que ele, sendo o Senhor que cuida o trigo, não se revolta por causa do joio, não perde a paciência. Sabe esperar até que chegue o momento de separação. Até lá cabe-nos a nós tomar consciência da distinção que tem de existir entre trigo e joio e levar essa consciência a círculos cada vez mais alargados da Igreja e da sociedade. Finalmente, lembra-nos também o Santo Padre, que, como comunidade evangelizadora, havemos de saber festejar; festejar, como ele diz, cada pequena vitória, cada passo em frente na nossa vida de Fé e vida da Igreja. E este festejar dos passos dados no caminho da Evangelização acontece na Liturgia oficial da Igreja, mas também em outros momentos adaptados às circunstância onde a alegria do encontro com Cristo vivo se transforme em alegria de construção de vida comunitária, dando beleza, sentido e entusiasmo às nossas relações. É esta Igreja que nós queremos amar e dar por ela a nossa vida. E sabemos quanto a Igreja é indispensável caminho de Salvação. Por isso o Santo Padre na audiência geral de quarta feira passada insistia em que ninguém se salva sozinho, ninguém se salva sem a Igreja. Daniel Cordeiro, a Igreja espera por ti, agora no exercício do ministério sacerdotal para lhe lembrares constantemente esta e outras urgências de Cristo e do Seu Evangelho. Catedral da Guarda, 29 de Junho de 2014 +Manuel da Rocha, Bispo da Guarda

D. António Moiteiro, nomeado Bispo de Aveiro

A Diocese da Guarda associa-se ao júbilo da Diocese de Aveiro pela nomeação de D. António Manuel Moiteiro Ramos como seu Bispo.
Hoje mesmo é publicada em Roma a nomeação do novo Bispo de Aveiro, D. António Manuel Moiteiro Ramos. Nasceu e cresceu na Fé entre nós, frequentou os nossos Seminários. Depois de formação académica específica na área da pastoral com especialização em pedagogia catequética, marcou profundamente esta nossa Diocese sobretudo no exercício das funções de Vigário para a pastoral, Director Espiritual do Seminário Maior, Assistente Geral da Liga dos Servos de Jesus e também acompanhando a pastoral familiar na Diocese. Os dois anos incompletos passados ao serviço da arquidiocese de Barga, no exercício das funções de seu Bispo Auxiliar foram aquela ajuda próxima e necessária para fazer dele o Bispo para a Igreja da nova evangelização que a Diocese de Aveiro esperava. A Diocese da Guarda associa-se a este momento de alegria da Diocese de Aveiro e acompanha D. António Manuel Moiteiro Ramos, sobretudo com a sua oração, implorando ao Senhor todas as bênçãos necessários para os bons resultados da actividade pastoral do novo Bispo de Aveiro. O início do Ministério Episcopal nesta sua nova Diocese está marcado para o dia 14 de Setembro e esperamos que a Diocese da Guarda venha a ter representação expressiva neste importante momento para a vida da Igreja. Saudamos o novo Bispo de Aveiro também porque passa a fazer parte daquele grupo de Bispos que com regularidade se junta para reflectir a realidade pastoral do centro do nosso país, onde está também a Diocese da Guarda. Guarda, 4 de Julho de 2014 +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

Banda mexicana «Tériso» no Festival Jota

Iniciativa decorre de 25 a 27 de Julho O 7º Festival Jota, certame de música de inspiração cristã, vai decorrer entre 25 e 27 de Julho na Paróquia de Carvalhais, em Viseu.
O programa definitivo do evento, composto por cerca de duas dezenas de concertos, mas também sessões de cinema, workshops e actividades lúdicas, já está disponível para consulta no site festivaljota.com. Como “novidade de última hora” os responsáveis pelo Festival apresentaram a banda mexicana “Tériso”. Trata-se de um grupo de quatro elementos que, com “uma sonoridade única e original”, combina “o folclore mexicano, cubano e francês”. O nome “Tériso”, originário do grego antigo, significa “cultivar a terra, cuidar das plantas para que cresçam e deem fruto”. Uma função que vai ao encontro da “missão” do quarteto mexicano, que pretende contribuir, “enquanto grupo de música cristã”, para que os jovens consigam “descobrir os talentos que podem colocar ao serviço de Deus”. Para os espectadores que pretendam deslocar-se à Paróquia de Carvalhais, em São Pedro do Sul, a organização dá destaque à música “Parte de ti”, que integra o álbum “Es tiempo ya”.

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