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Diocese da Guarda
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“A Quaresma, tempo para experimentar o amor de Deus” A Quaresma, que estamos prestes a iniciar, é sempre apelo renovado aos cristãos e às comunidades cristãs para retomarem o caminho de

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SEMANA SANTA - TRÍDUO PASCAL na cidade da Guarda DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR - 13 de Abril 11.15 h. – Bênção dos Ramos

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Mensagem de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, para a Quaresma

“A Quaresma, tempo para experimentar o amor de Deus” A Quaresma, que estamos prestes a iniciar, é sempre apelo renovado aos cristãos e às comunidades cristãs para retomarem o caminho de Jesus. O Caminho de Jesus mostra o amor de Deus por todos nós e também procura levar-nos a experimentar e a viver agradecidos esse amor divino.
Mas a lógica do amor divino confunde-nos, porque, como diz o Apóstolo, “Jesus Cristo, sendo rico fez-se pobre para nos enriquecer com a sua pobreza (2 Cor.8,9). Esta foi a passagem bíblica escolhida pelo Papa Francisco para nos introduzir no espírito da Quaresma que se aproxima. A Quaresma é tempo especialmente favorável para nos ajudar a revestir com os sentimentos de Cristo. E entre eles está a sua opção pelo caminho da pobreza, com o objectivo de encarnar a situação dos pobres e ajudá-los a descobrir a verdadeira riqueza que só Deus pode oferecer e garantir. É esse o sentido do convite à pobreza e a levar uma vida pobre que o Evangelho nos faz. Para nos ajudar a valorizar positivamente este convite, o Papa lembra a distinção entre pobreza e miséria. A miséria é uma realidade que precisa de ser erradicada da vida humana e em sociedade. E para atingir este grande objectivo da erradicação da miséria nós queremos, com o mesmo Jesus Cristo, assumir corajosamente o caminho da pobreza. E começamos a sentir como a lógica de Deus não é a lógica do mundo, que, como lembra o Papa, cai com frequência na tentação de fazer do poder, do luxo e do dinheiro os seus ídolos, o que impede a distribuição equitativa das riquezas. Por isso, a lógica de Deus é outra. É a lógica da pobreza, que o Papa também chama a lógica do amor, da Encarnação e da Cruz. Temos à nossa frente uma Quaresma para todos procurarmos assumir o caminho da pobreza que Jesus nos propõe e que é o seu modo de nos amar, de se aproximar de nós, como fez o bom samaritano. E envolvidos na pobreza de Cristo, queremos com Ele ajudar a combater as três formas de miséria que o Papa enumera: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material, que vulgarmente designamos como pobreza, atinge todos os que vivem privados das condições materiais mínimas exigidas para o exercício da dignidade humana, como são os bens de primeira necessidade – alimento, água, condições de higiene, trabalho, além de outros. Por sua vez, a miséria moral e a espiritual afastam as pessoas dos grandes valores que dão verdadeiro sentido à vida e sobretudo da relação com Deus. E, como diz o nosso Papa Francisco, “se julgamos que não temos necessidade de Deus, vamos a caminho da falência”. Com a nossa renúncia quaresmal, este ano, queremos fortalecer os meios de combate à miséria material, vulgarmente designada como pobreza, sem mais e por isso destinamos uma parte dela para o fundo diocesano de solidariedade; mas também queremos voltar-nos para o combate à miséria moral e espiritual, sobretudo no mundo dos nossos jovens. Por isso, destinamos a outra parte ao trabalho com jovens, principalmente na pastoral vocacional. Estamos convencidos daquilo que o Papa nos diz na sua mensagem para esta Quaresma, citando um autor de referência: “Só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo”. Guarda, 24 de Fevereiro de 2014 +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

TRÍDUO PASCAL na cidade da Guarda

SEMANA SANTA - TRÍDUO PASCAL na cidade da Guarda DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR - 13 de Abril 11.15 h. – Bênção dos Ramos na Igreja da Misericórdia e procissão comemorativa da entrada triunfal do Senhor em Jerusalém. 11.30 h. – Missa na Sé.
QUINTA-FEIRA SANTA – 17 de Abril Dia da Eucaristia, do Sacerdócio e do Mandamento Novo. 10.30 h. – Missa Crismal: Concelebração do Clero com o Bispo Diocesano. Renovação dos compromissos sacerdotais. Consagração e bênção dos santos óleos. 19.00 h. – Missa da Ceia do Senhor, com o rito do lava-pés. Ofertas para os pobres. Procissão com o Santíssimo Sacramento (no interior da Sé). SEXTA-FEIRA SANTA – 18 de Abril Celebração da Paixão do Senhor. Dia de jejum e abstinência. 9. 30 h. – Ofício de Leitura de Laudes. 17.30 h. – Acção litúrgica: liturgia da Palavra; adoração da Santa Cruz e Sagrada Comunhão. Ofertas para os Lugares Santos. 21.30 h. – Procissão evocativa da morte e sepultura do Senhor e pregação na Igreja da Misericórdia. SÁBADO SANTO - 19 de Abril A Igreja medita na Paixão e morte do Senhor. 9. 30 h. – Ofício de Leitura de Laudes. 22.00 h. – Vigília Pascal: Liturgia da luz, com bênção do lume novo e do círio pascal. Liturgia da Palavra. Liturgia baptismal, com bênção da água e renovação das promessas do baptismo. Liturgia eucarística. A vigília pascal é a "mãe de todas as vigílias, a mais solene de todas as celebrações". Nela, os fiéis exultam com a Ressurreição de Cristo. Todos os católicos procurem viver a celebração do Mistério Pascal de Cristo, conduzidos pelo Espírito Santo, no amor de Deus Pai e do próximo. Nota: Por disposição da Igreja, a adoração da Cruz (Sexta-feira Santa e a renovação das promessas do Baptismo (Vigília Pascal têm indulgência plenária).

“Vamos viver a Páscoa para celebrar a alegria de Cristo Ressuscitado”

Mensagem de D. Manuel Felício, Bispo da Guarda Vamos celebrar, na Semana Santa, o Tríduo Pascal, como sendo um único dia prolongado (de sexta-feira a domingo) que nos convida a mergulhar no Mistério da Morte e da Ressurreição de Cristo, nosso Redentor.
O Domingo de Ramos inaugura a Semana Santa, que celebra o acontecimento maior da salvação que Deus oferece a toda a Humanidade – a Morte e a Ressurreição de Cristo. Dentro desta Semana, a Quinta-Feira Santa abre com a Missa Crismal, da parte da manhã, em que o Presbitério se reúne, sob presidência do Bispo Diocesano e, juntamente com o Povo de Deus, dá graças pelo dom que Jesus Cristo fez do Ministério sacerdotal à Igreja e também porque nos convidou a nós sacerdotes para fazermos parte desse dom desde o dia da nossa Ordenação Sacerdotal. Queremos que esta acção de graças seja especialmente pelos sacerdotes do nosso Presbitério que cumprem este ano respectivamente 70, 60 e 50 anos de vida sacerdotal. A renovação dos nossos compromissos sacerdotais é momento alto não só para nós sacerdotes, mas também para o Povo de Deus que nos está confiado. A comemoração da Última Ceia e da Instituição da Eucaristia, na tarde da mesma Quinta-Feira, a comemoração da morte de Cristo na Sexta-Feira Santa e o dia de silêncio representado pelo Sábado Santo são momentos altos de contemplação do Mistério da Morte Redentora de Cristo. O momento mais solene é a Vigília Pascal, em que renovamos as nossas promessas baptismais e cantaremos a alegria da vida nova em Cristo Ressuscitado. A oitava da Páscoa e a cinquentena pascal vão prolongar o tempo festivo em que procuraremos deixar-nos envolver e transformar pela novidade da Ressurreição de Cristo. Todos somos convidados a viver intensamente a Páscoa que se aproxima. +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

Jubileus sacerdotais

Bodas de Ouro sacerdotais Este ano, na Diocese da Guarda, celebram bodas de ouro sacerdotais, os Padres Américo da Encarnação Vaz e José Hipólito Jerónimo. O Padre Américo da Encarnação Vaz, natural de Souto da Casa, frequentou os seminários diocesanos de 1951 a 1964. Foi ordenado em 14 de Março de 1964 por D. Policarpo da Costa Vaz. Começou a sua actividade pastoral como coadjutor de Pinhel. De 1965 a 1970 paroquiou Cortiçô da Serra e Vila Boa do Mondego, no arciprestado de Celorico da Beira.
Em 1970 foi transferido para o arciprestado de Alpedrinha, onde paroquiou Atalaia do Campo e Póvoa da Atalaia. Em 1985 foi chamado para professor do Seminário do Fundão e pouco depois nomeado Pároco das Paróquias de Donas, Valverde e Alcongosta, funções que hoje exerce. O Padre José Hipólito Jerónimo, natural de S. Vicente da Beira, iniciou a formação sacerdotal no Seminário do Tortosendo, prolongou-a na Alemanha e nos Estados Unidos, tendo sido ordenado para a Congregação dos Missionários do Verbo Divino. Passou largos anos ao serviço do Seminário de Tortosendo, onde desempenhou funções de Reitor e onde ainda hoje reside. Apesar de pertencer à Congregação dos Missionários do Verbo Divino, está profundamente ligado á Diocese da Guarda, quer por ser dela natural, quer porque grande parte do seu tempo de vida sacerdotal foi passado em ligação com o Seminário do Verbo Divino, no Tortosendo. 60 anos de vida sacerdotal Os Padres João Pires Madeira e Eduardo das Neves Ferreira foram ordenados há 60 anos. O Padre João Pires Madeira, natural de Avelãs de Ambom, depois de frequentar os seminários diocesanos, de 1941 a 1954, foi ordenado em 17 de Abril de de 1954, faz hoje exactamente 60 anos, por D. Domingos da Silva Gonçalves, na capela do Seminário Maior da Guarda. Nesse mesmo ano foi nomeado pároco de Guilheiro e Sebadelhe, funções que acumulou posteriormente com as do mesmo serviço paroquial no Terrenho e na Torre do Terre¬nho. Nessas funções se manteve ininterruptamente até ao ano passado, quando foi dispensado de responsabilidades paroquiais. O Padre Eduardo das Neves Ferreira, natural de Malpartida, frequentou os seminários diocesanos de 1941 a 1954 e foi ordenado na Sé da Guarda por D. Domingos da Silva Gonçalves, em 11 de Julho de 1954. Começou o seu ministério pastoral como Pároco de Velosa e Açores, no arciprestado de Celorico da Beira. A partir de 1961 passou a trabalhar no arciprestado de Almeida, sendo Pároco de Malpartida e de Vale da Mula. Posteriormente estendeu o seu serviço sacerdotal a outras paróquias do mesmo arciprestado, como Azinhal, Valverde e Vale da Coelha. Também foi pároco durante algum tempo de paróquias do vizinho arciprestado de Figueira de Castelo Rodrigo, nomeadamente Vermiosa, Reigada, Cinco Vilas e Vilar de Turpim. Desde 2010 está dispensado de responsabilidades paroquiais. 70 anos de vida sacerdotal Os Padres Carlos Martins e Mário Bizarro da Nave, da Diocese da Guarda, fazem, este ano, 70 anos de ordenação sacerdotal. O Padre Carlos Martins, natural de Fóios, foi ordenado sacerdote por D. João de Oliveira Matos, no dia 3 de Setembro de 1944, depois de frequentar os seminários diocesanos, de 1931 a 1942. Trabalhou pastoralmente sempre no arciprestado do Sabugal, servindo as paróquias de Vale de Espinho e Fóios, depois Penalobo, Lomba e Pousafoles do Bispo. Foi dispensado do serviço paroquial no ano 2000. O Padre Mário Bizarro da Nave, natural do Teixoso, foi ordenado sacerdote em 4 de Setembro de 1944, na capela do Paço Episcopal por D. José Matoso. Até 1959 serviu as paróquias de Folgosinho e Freixo da Serra, no arciprestado de Gouveia e depois as de Freineda e Castelo Bom, no arciprestado de Almeida. Desde 1959 até hoje mantém-se Pároco do Peso, no arciprestado da Covilhã.

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Missa Crismal de Quinta-Feira Santa

17.04.2014 Homilia de D. Manuel Felício 1. Começamos a nossa Festa do Ministério Sacerdotal, nesta Missa Crismal de Quinta-Feira Santa, escutando, de novo, as palavras do Profeta Isaías – “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque o Senhor me ungiu e me enviou”. Este anúncio solene do Profeta cumpriu-se na pessoa de Jesus, como Ele próprio o reconheceu diante da assembleia da sinagoga da sua terra – Nazaré, segundo a passagem do Evangelho de S. Lucas hoje proclamada.

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Paixão de Jesus nas ruas de Vilar Maior

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Casa de Saúde Bento Menni celebra aniversário

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