Bispo de Viseu, Dom António Luciano dos Santos Costa

JavaScript is disabled!
To display this content, you need a JavaScript capable browser.

Ver Todos
Ver Todos

Ver Todos
Entrevista - Bruno António Loureiro Almeida Lopes - “Quero servir todos os diferentes de forma igual, acolher na minha vida todos e cada um”
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/715983Guarda_catedra.jpglink
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/526076_AC70960.jpglink
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/359729servas_1.JPGlink
http://www.diocesedaguarda.pt/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/926647cardeal_18.jpglink

A cátedra da Sé da Guarda é uma das peças que integra a exposição ‘Na Rota das Catedrais – Construções (d)e Identidades’, que foi inaugurada esta terça-feira, 26 de Junho,

Ver Mais

O novo bispo de Viseu, D. António Luciano, entrará de forma solene na diocese a 22 de Julho, numa celebração que vai decorrer na Sé daquela cidade, às 16.00 horas.

Ver Mais

A Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima vai deixar a Guarda durante o mês de Julho. Depois de 85 anos ao serviço das pessoas da cidade e da

Ver Mais

Os trinta anos de ordenação episcopal do Cardeal José Saraiva Martins, natural de Gagos do Jarmelo, vão ser assinalados na Guarda, no dia 15 de Agosto. O programa que está

Ver Mais

Igreja/Património - Cátedra da Sé da Guarda integra exposição dedicada à Rota das Catedrais

A cátedra da Sé da Guarda é uma das peças que integra a exposição ‘Na Rota das Catedrais – Construções (d)e Identidades’, que foi inaugurada esta terça-feira, 26 de Junho, na Galeria D. Luís, Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa. A exposição reúne mais de 110 peças provenientes de catedrais e igrejas de Portugal continental, Madeira e Açores, algumas classificadas como Tesouros Nacionais, até 30 de Setembro.
Inserida no projecto “Rota das Catedrais”, resultante do acordo de cooperação entre o Ministério da Cultura e a Conferência Episcopal Portuguesa assinado em 2009, esta exposição pretende traduzir, globalmente, as diferentes dimensões do património catedralício distribuído de Norte a Sul do país, do Litoral ao Interior, passando pelas regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Desvendando as chaves para uma abordagem multifacetada, apresenta o que de melhor se produziu nas catedrais portuguesas, quer do ponto de vista do seu património material, como imaterial. ‘Na Rota das Catedrais – Construções (d)e Identidades’ é comissariada por Marco Daniel Duarte, historiador de arte e director do Museu do Santuário de Fátima. A inauguração exposição contou com a presença do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, e do cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente. Esta iniciativa é promovida pelo Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja e pela Direcção-Geral do Património Cultural.

Igreja - Viseu prepara entrada solene de D. António Luciano

O novo bispo de Viseu, D. António Luciano, entrará de forma solene na diocese a 22 de Julho, numa celebração que vai decorrer na Sé daquela cidade, às 16.00 horas. A paramentação será na Igreja da Misericórdia, seguindo o cortejo para a Sé Catedral onde terá lugar a celebração da Missa e a leitura da acta. A tomada de posse de D. António Luciano perante o Conselho de Consultores e o Cabido acontecerá no dia anterior, sábado, dia 21 de Julho.
A celebração de entrada solene, do dia 22 de Julho, “é aberta a toda a comunidade”, adiantou ao jornal A GUARDA, o Vigário Episcopal do Clero da diocese de Viseu, padre António Jorge. O novo bispo, ordenado na Sé da Guarda, no dia 17 de Junho, nasceu a 26 de Março de 1952, em Corgas, freguesia e paróquia de Sandomil (Seia), distrito e Diocese da Guarda, trabalhou como enfermeiro nos Hospitais da Universidade de Coimbra; ordenado padre em 1985, foi capelão no Hospital da Guarda e na Universidade da Beira Interior, onde foi professor, assim como na Universidade Católica, em Viseu. No fim da celebração de ordenação, D. António Luciano dirigiu palavras de agradecimento a todos os presentes e desejou “ousadia, renovação, força, coragem” para as dioceses de Viseu e da Guarda. O início do trabalho pastoral de D. António Luciano na Diocese de Viseu vai decorrer no dia 22 de Julho, sucedendo a D. Ilídio Leandro que pediu a resignação ao Papa Francisco por motivos de saúde.

85 anos depois de terem chegado à cidade - Servas de Nossa Senhora de Fátima fecham comunidade da Guarda

A Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima vai deixar a Guarda durante o mês de Julho. Depois de 85 anos ao serviço das pessoas da cidade e da Diocese, esta comunidade deverá abandonar a Guarda na semana de 16 a 22 de Julho.
Ao que o jornal A GUARDA conseguiu apurar, a explicação dada para o encerramento da comunidade tem a ver com a avançada idade das Irmãs que compõem actualmente a comunidade, a que se junta a dificuldade de acesso à igreja e aos locais de trabalho pastoral e a falta de condições para a continuidade do trabalho. A Irmã Deolinda Serralheiro, superiora da comunidade da Guarda, explicou que “as razões mais fundamentais só são conhecidas das superioras maiores, que tomaram esta decisão”. Para assinalar a despedida desta comunidade da Guarda, está agendada uma celebração eucarística de acção de graças pela presença desta Congregação na cidade, ao longo destes anos, que será presidida pelo bispo da Diocese, D. Manuel Felício, na Sé, no dia 15 de Julho, às 18.00 horas. Na hora da partida da Guarda “as Irmãs levam saudade e gratidão”, explicou Deolinda Serralheiro. E acrescentou: “Sentimos sempre as pessoas muito acolhedoras, educadas e amigas. O trabalho pastoral que realizámos foi bem aceite e apreciado pelas pessoas”. À medida que a notícia do encerramento da comunidade vai sendo conhecida “muitas pessoas mostram tristeza pela nossa partida e pedem que não as abandonemos, nomeadamente pela oração” desabafa Deolinda Serralheiro. As Irmãs vieram para a diocese da Guarda para trabalhar na Casa Veritas, na livraria e na tipografia, a pedido do bispo diocesano, há precisamente 85 anos. Além do seu trabalho profissional, as Irmãs faziam catequese a crianças nas Lameirinhas, colaboravam na liturgia das celebrações dominicais e eram visitadoras da cadeia. Anos mais tarde e com o aumento do número de Irmãs da comunidade, coordenavam a catequese paroquial e faziam catequese a crianças e adolescentes; ntegravam a equipa diocesana de catequese, colaboravam na liturgia dominical e asseguravam a exposição do Santíssimo Sacramento, adoração e recitação de Vésperas, aos domingos, na capela do Bonfim; distribuíam a comunhão aos doentes nas suas casas, colaboravam na pastoral juvenil e vocacional e davam especial atenção aos mais pobres, que assistiam, na sua residência. Em 2005, as Irmãs deixaram o trabalho na Casa Veritas, passando a dedicar-se exclusivamente à acção pastoral na paróquia e na Diocese. Actualmente, as Irmãs colaboravam na catequese de crianças e adolescentes, na paróquia, asseguravam a exposição do Santíssimo Sacramento, adoração e recitação de Vésperas, aos domingos, na capela do Bonfim, distribuíam a comunhão aos doentes nas suas casas e no Hospital Sousa Martins; colaboravam em acções pontuais de formação de cristãos adultos na paróquia, no arciprestado da Guarda e na diocese, a pedido dos párocos e do Bispo, respectivamente; integravam o Conselho de Pastoral Paroquial e a equipa de leitores da Sé; colaboravam no voluntariado na Casa de Saúde Bento Menni e davam especial atenção aos mais pobres, que assistiam, na sua residência. De acordo com o carisma da Congregação, de comunhão com a Igreja local, sempre estiveram disponíveis para colaborar na pastoral paroquial e diocesana. Apesar de fechar a casa da Guarda, a Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima vai continuar na Diocese, com a abertura de uma nova comunidade na cidade do Fundão. “As nossas superioras, em diálogo com o Senhor Bispo, tomaram a decisão de abrir uma nova comunidade no Fundão, com algumas Irmãs mais novas, a fim de continuarmos a nossa acção pastoral na Diocese”, adiantou Deolinda Serralheiro ao Jornal A GUARDA. Actualmente, a comunidade das Servas de Nossa Senhora de Fátima na Guarda é constituída pelas irmãs Alice Ribeiro Dinis Pedro, Deolinda da Encarnação Serralheiro, Maria da Piedade de Jesus e Maria dos Prazeres Farinha Marçal Pequito.

Cerimónia vai decorrer na Sé da Guarda - Cardeal Saraiva Martins assinala 30 anos de ordenação episcopal

Os trinta anos de ordenação episcopal do Cardeal José Saraiva Martins, natural de Gagos do Jarmelo, vão ser assinalados na Guarda, no dia 15 de Agosto. O programa que está a ser preparado consta da apresentação de um livro do prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos, da celebração de uma Missa de Acção de Graças e de um jantar comemorativo.
Tanto a apresentação do livro como a celebração da Missa terão lugar na Sé Catedral da Guarda, a que se seguirá a refeição convívio no Seminário da Guarda. Recorde-se que, em 26 de Maio de 1988, o Papa João Paulo II nomeou José Saraiva Martins como arcebispo titular e secretário da Congregação para a Educação Católica. A sua ordenação episcopal aconteceu há trinta anos, no dia 2 de Julho de 1988. O mesmo Papa nomeou-o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, no dia 30 de Maio de 1998,cargo que implica a dignidade cardinalícia. Foi criado cardeal pelo Papa João Paulo II, no Consistório de 21 de Fevereiro de 2001, tendo-lhe sido outorgado o título de cardeal-diácono de Nostra Signora del Sacro Cuore. Com a morte do Papa João Paulo II, D. José Saraiva Martins veio a ser confirmado no cargo pelo Papa Bento XVI a 21 de Abril de 2005. Em 9 de Julho de 2008 resignou ao cargo de prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. Após a resignação, D. José Saraiva Martins passou a deter o título de prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos. Em 24 de Fevereiro de 2009, o Papa Bento XVI nomeou D. José Saraiva Martins cardeal-bispo da Igreja Católica, com o título de cardeal-bispo de Palestrina.

Galeria Multimédia

Bispo de Viseu, Dom António Luciano dos Santos Costa

JavaScript is disabled!
To display this content, you need a JavaScript capable browser.

Ver Todos
Ver Todos

Ver Todos

Receba a nossa newsletter:


Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Entrevista - Bruno António Loureiro Almeida Lopes - “Quero servir todos os diferentes de forma igual, acolher na minha vida todos e cada um”
alt Bruno António Loureiro Almeida Lopes vai ser ordenado sacerdote no próximo Domingo, 18 de Junho, na Sé da Guarda. O futuro sacerdote é natural de paróquia da Castanheira, Arciprestado de Trancoso. Actualmente está a trabalhar no arciprestado de Penamacor sob a orientação do Pe. Joaquim António Morais Martins. A GUARDA: O que é que te levou a entrar no Seminário? Bruno Lopes: Duc In Altum. A Jesus que nos chama não podemos ter medo de responder, pois todos estamos direccionados a seguir um caminho, o qual já está traçado por Deus. Chamo-me Bruno António Loureiro Almeida Lopes, nasci a 2 de Outubro de 1991, na paróquia da Castanheira, Arciprestado de Trancoso, Diocese da Guarda. Sou originário de uma família com uma vida cristã bastante activa, assim desde criança que frequento a Missa Dominical, acompanhado pelos meus pais e pelas minhas irmãs. A GUARDA: Como é que os jovens da tua terra reagiram à tua escolha, quando decidiste ser padre? Bruno Lopes: Como todos os jovens fiz a minha instrução primária na escola da aldeia. Aproximou-se o momento de ir para a escola de Trancoso, mas pensei entrar no seminário, falei então com os meus pais, o que logo nos levou a falar com o Sr. Pe. Joaquim António Duarte, que disponibilizou-se a ajudar. A GUARDA: O teu percurso académico passou por onde e quais os principais desafios com que te deparaste? Bruno Lopes: Entrei no seminário para o 5º ano de escolaridade, o que de início não foi fácil face a distância da família, pois as saudades eram muitas. Mas com o apoio da equipa formadora e das irmãs que também nos acompanhavam foi ultrapassado e assim cresci e permaneci nesta casa durante cinco anos, com jovens de diversas partes da nossa diocese que na comunhão faziam crescer uns aos outros com a finalidade de formar uma família e discernir a vocação. Terminado o 9ºano passei para o Seminário Maior Guarda, onde muitas coisas eram novas, nova casa, novos formadores, novo ambiente, novos colegas, nova escola, uma nova etapa e tinha de enfrentar a novidade com ânimo e alegria pois eu queria conhecer esta nova realidade e com ela crescer na comunhão com os outros e com o mundo. Terminado o 12ºano ainda não sabia ao certo o que queria seguir, eram muitas as questões, estava na altura de tomar uma decisão. Cheguei mesmo a pôr a hipótese de sair do seminário e iniciar novo rumo, mas algo em mim dizia que devia seguir e assim foi. Nova etapa começou, o 1ºano de teologia, novamente mudanças de casa, de colegas, nova realidade e novo contacto com os seminaristas das dioceses de Viseu, Bragança e Lamego que também frequentavam ali o seminário. Passava a semana no Seminário Maior de Viseu e aos fins-de-semana regressava à Guarda para assim estar em contacto com as paróquias diocesanas, o que me ajudou muito, pois sinto-me feliz no serviço aos outros. Terminado o 3º ano, novos desafios, pois com a diminuição do número de seminaristas tivemos de nos deslocar para Braga, e ai frequentar a faculdade de teologia, onde se formou o Seminário Interdiocesano de S. José com as mesmas dioceses. Foi lá que conclui o curso de teologia, com a defesa da dissertação intitulada, O contributo do venerável Dom João de Oliveira Matos na Diocese da Guarda. A GUARDA: Foi difícil deixar algumas coisas para trás no momento da decisão final? Bruno Lopes: Neste percurso de seminário, tenho de salientar que as dificuldades estão presentes, mas que na partilha com os outros e em tantas coisas boas, há sempre uma alegria maior. Temos tempo para tudo, para rezar, para estudar, para passear, para fazer desporto entre tantas outras coisas. O seminário forma homens que no discernimento da sua vocação escolhem, ou não, o caminho do sacerdócio. O Seminário é um caminho de descoberta da presença de Cristo na nossa vida, um Cristo que nos chama e nós seguimos. Então… why not priest… porque não ser padre… porque não embarcar na aventura a que muitos chamam de loucura, apaixonados por Cristo, respondendo assim ao desafio de Jesus, “Segue-me”. Não tenhas medo de te entregar nas mãos de Deus a full time. Bruno Lopes: Nos últimos tempos tens desenvolvido a tua missão no arciprestado de Penamacor, onde o despovoamento é uma realidade. Como é que tens lidado com esta situação? Bruno Lopes: Actualmente estou a trabalhar no arciprestado de Penamacor desde 9 de Outubro de 2015, sobre orientação do Pe. Joaquim António Morais Martins. Inicialmente ainda como acólito, mas actualmente como diácono desde Outubro de 2016, é uma zona da diocese onde claramente se nota o despovoamento, mas este é um facto que se vê por toda a diocese e em todo o interior. Perante isto, e como não pode deixar de ser, fazemos o que podemos e direccionando o trabalho para a mesma realidade. Ainda assim, temos alguns jovens empenhados na paróquia e actualmente além dos escuteiros, temos também um grupo de jovens no projecto da JOC (juventude operária católica). A GUARDA: No dia 18 de Junho vais ser ordenado sacerdote na Sé da Guarda e escolheste como lema “Ai de mim, se não evangelizar”. O que é que te levou a optar por este lema? Bruno Lopes: Olhando para Jesus e para o mandato que nos deixou, Ide por todo mundo, sinto-me chamado a evangelizar, a dizer tal como são Paulo. Esta missão de evangelizar, de anunciar não está confiada apenas aos sacerdotes mas a todos os que pelo baptismo renascem para uma vida nova. Neste sentido sinto-me impelido a testemunhar com a própria vida este mando de Jesus. Como sacerdote quero realmente ser o reflexo de Cristo todos e cada dia, quero servir todos os diferentes de forma igual, acolher na minha vida todos e cada um, quero seguir o exemplo de Jesus.