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Movimento da Mensagem de Fátima vai reunir com os guias das peregrinações a pé
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O Movimento dos Cursos de Cristandade da Diocese da Guarda vai realizar um Curso de Cristandade (nº 79 – homens) de 28 de Abril a 1 de Maio, no Centro

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Paul - Curso de Cristandade

O Movimento dos Cursos de Cristandade da Diocese da Guarda vai realizar um Curso de Cristandade (nº 79 – homens) de 28 de Abril a 1 de Maio, no Centro Pastoral do Santuário de Nossa Senhora da Dores, no Paul, concelho da Covilhã.
Os interessados em participar podem fazer a inscrição, junto do pároco, até ao dia 17 de Abril. “Os Cursilhos de Cristandade são um movimento de leigos, um movimento de Igreja que, mediante um método próprio, possibilitam a vivência e a convivência do fundamental cristã, ajudam a descobrir e a realizar a vocação pessoal e tornam possível a criação de núcleos de cristãos que vão fermentando de Evangelho os ambientes”, explica o padre António Martins, responsável pelo Movimento na Diocese da Guarda. Recorde-se que os Cursilhos de Cristandade começaram em Palma de Maiorca (Espanha), no final da década de quarenta, do século passado. Em Portugal, o primeiro Cursilho teve lugar em Fátima, em 30 de Novembro de 1960.

Diocese da Guarda - Bispo recorda aniversários de ordenação sacerdotal na Missa Crismal

Na Missa Crismal desta Quinta Feira Santa, D. Manuel Felício recorda o aniversário de ordenação sacerdotal de vários padres da Diocese da Guarda. Estão de parabéns os padres Manuel da Silva Ferreira e Bernardo Terreiro do Nascimento (70 anos de vida sacerdotal), Joaquim Teles Sampaio, Virgílio Mendes Arderius e António Dias Domingos (60 anos de vida sacerdotal) César Pedrosa Pereira Pinto (50 anos de vida sacerdotal), João António Gonçalves Barroso, Joaquim Cardoso Pinheiro, José António Dionísio de Sousa, Paulo Jorge Oliveira do Carmo e Vítor Manuel Alago Lourenço (25 anos de vida Sacerdotal).
Celebram 70 anos de vida sacerdotal Manuel da Silva Ferreira e Bernardo Terreiro do Nascimento Este ano, celebram 70 anos de Vida Sacerdotal os Padres Manuel da Silva Ferreira e Bernardo Terreiro do Nascimento. O Padre Manuel da Silva Ferreira, depois de frequentar os seminários diocesanos foi ordenado por D. José Matoso, na capela do Paço Episcopal da Guarda em 22 de Fevereiro de 1947. Depois de exercer funções de pároco nos arciprestados da Guarda, Pinhel e Almeida, estudou filosofia em Roma, na universidade gregoriana, durante 3 anos e regressou para integrar a equipa educadora do Seminário Maior, em 1965. A partir de então teve uma desenvolvida actividade docente, no Seminário, mas também na Escola de Enfermagem e no Colégio de S. José e foi responsável pelo lar académico. Cumpriu várias missões pastorais à frente de organismos diocesanos como a Cáritas a Acção Católica. Em 1984, regressou às responsabilidades paroquiais, no arciprestado da Guarda, tendo sido dispensado no ano de 1996. Desde então mantém-se disponível para ajudar pastoralmente na medida das suas forças físicas. O padre Bernardo Terreiro do Nascimento, depois de frequentar também os seminários diocesanos foi ordenado sacerdote em 7 de Setembro de 1947, na Guarda, por D. João de Oliveira Matos. Frequentou o Conservatório Nacional de Musica. Foi professor no Semanário Menor, primeiro e depois no Seminário Maior e também no Colégio de S. José. Tem o seu nome ligado ao ensino da música e à direcção coral em estabelecimentos de ensino e fora deles, sendo autor da partitura de vários temas musicais, alguns deles publicados. Celebram 60 anos de vida sacerdotal Joaquim Teles Sampaio, Virgílio Mendes Arderius e António Dias Domingos O Padre Joaquim Teles Sampaio foi ordenados por D. Domingos da Silva Gonçalves, em 6 de Abril de 1957. Depois de algum tempo ligado á vida paroquial em Manteigas, foi nomeado pároco da Freineda, em 1959 e em 1966 foi enviado para capelão das Forças Armadas, em Moçambique, passando a prestar serviço na Diocese da Beira, onde fez notável experiência missionaria. Enfrentou várias dificuldades, entre elas a de ter sido condenado à prisão. Regressou a Portugal em 1973, passando a prestar serviço no Patriarcado de Lisboa até que, em 2005 foi nomeado pároco in solidum das paróquias da vila de Manteigas. Mantém-se actualmente capelão da Santa Casa da Misericórdia desta mesma vila. O Padre Arderius, que foi ordenados por D. Domingos da Silva Gonçalves, em 6 de Abril de 1957, começou o exercício do Ministério Sacerdotal como coadjutor de Seia para, em 1958, ser nomeado pároco do Teixoso. Em 1966 foi transferido para a cidade da Guarda, assumindo funções de pároco da Sé, que desempenhou até ao ano de 1990. Dedicou-se, a partir de então, ao desenvolvimento de várias obras sociais e no âmbito da educação e ensino superior, incluindo comunicação social. Fez percurso académico na universidade de Salamanca, na área da psicopedagogia. Em 2005 foi nomeado pároco de Aldeia do Bispo, arciprestado da Guarda. O Padre Domingos foi ordenado por D. Domingos da Silva Gonçalves, em 28 de Julho de 1957. Começou a sua vida sacerdotal em Trancoso, como coadjutor. Um ano depois foi nomeado pároco de paróquias do Vale do Mondego, arciprestado da Guarda. Em 1965 foi transferido para o arciprestado do Sabugal, começando como pároco da Nave, alargando, depois, a sua acção a outras paróquias do mesmo arciprestado, onde actualmente se encontra como pároco do Soito, Quadrazais, Vila Boa e Rendo. Celebra 50 anos de vida sacerdotal César Pedrosa Pereira Pinto Frei César Pedrosa Pereira Pinto é natural do concelho do Pombal e membro da comunidade dos Missionários Capuchinhos sediada em Pínzio. Professou, em votos perpétuos, na Ordem dos Missionários Capuchinhos, no ano de 1964 e foi Ordenado Sacerdote em Fátima pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, em 15 de agosto de 1967. No itinerário da sua preparação para o Ministério Sacerdotal fez curso de filosofia em Salamanca e de Teologia em Valência. É licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Antes de chegar à nossa Diocese no ano de 2015, para integrar a Fraternidade dos Missionários Capuchinhos de Pínzio, desempenhou funções pastorais em Lisboa, até 1976; em Coimbra, onde foi superior da Fraternidade local dos Missionários Capuchinhos. Em Gondomar, foi director e professor do Externato Paulo VI. Regressou a Lisboa, passou de novo por Coimbra, pelo meio fez um ano sabático em Londres e foi nomeado pároco da Paróquia do Amial, no Porto. No arco das suas preocupações pastorais estiveram muito presentes a catequese e a pastoral juvenil. Celebram 25 anos de vida Sacerdotal João António Gonçalves Barroso, Joaquim Cardoso Pinheiro, José António Dionísio de Sousa, Paulo Jorge Oliveira do Carmo e Vítor Manuel Alago Lourenço Este ano celebram 25 anos de ordenação sacerdotal os padres João António Gonçalves Barroso, Joaquim Cardoso Pinheiro, José António Dionísio de Sousa, Paulo Jorge Oliveira do Carmo e Vítor Manuel Alago Lourenço. Foram todos Ordenados por D. António dos Santos, os três primeiros em 2 de Fevereiro de 1992 e os dois últimos em 5 de Julho do mesmo ano. O Padre João Barroso serviu pastoralmente durante os seus primeiros 10 anos de Padre as paróquias da Sé e S. Vicente na cidade da Guarda. Em 2002 foi nomeado Pároco de Loriga e actualmente é o responsável pastoral pelo conjunto de paróquias desta área geográfica, que inclui Valezim, Sazes, Alvoco, Teixeira, Vide e Cabeça. Fez formação na universidade católica, na área pastoral catequética e foi responsável pelo departamento diocesano da catequese da infância e adolescência. O Padre Joaquim Cardoso Pinheiro, nos primeiros anos de sacerdote, esteve ligado ao Seminário do Fundão, estudou filosofia em Salamanca e leccionou no Seminário da Guarda acumulando co funções de Director Espiritual no referido Seminário do Fundão. De 2002 a 2006 foi pároco da Vila do Carvalho. Em 2006 foi nomeado Reitor do Seminário Maior da Guarda, funções que desempenhou até 2013, acumulando durante algum tempo também as de Director do Instituto Superior de Teologia onde foi professor de filosofia. Em 2016 defendeu tese de doutoramento em Filosofia na universidade do Porto e foi nomeado pároco de Seia. O Padre José António Dionísio de Sousa, depois de colaborar na equipa formadora do Seminário do Fundão, colaborou na equipa do Seminário da Guarda onde foi professor de Liturgia. Fez estudos de Liturgia em Paris. De 2003 – 2007 foi pároco in solidum das paróquias de Sé de S. Vicente. Também nessa data iniciou funções de Director adjunto do Secretariado Diocesano de Liturgia, sendo actualmente o seu Director. Em 2007 foi nomeado pároco das paróquias do Vale do Mondego e em 2016 pároco “in Solidum” da Paróquia de S. Miguel da Guarda juntamente com as paróquias do Jarmelo e Gonçalbocas. Foi professor de Liturgia no Instituto Superior de Teologia. O Padre Paulo Jorge iniciou o seu ministério sacerdotal como Vigário Paroquial em paróquias do arciprestado de Seia (Sandomil, S. Gião e Vide). Em 1996 assumiu responsabilidades de pároco das duas primeiras, alargando depois estas responsabilidades às paróquias vizinhas de Valezim, Cabeça, Loriga, Vila Cova de Seia e Várzea de Meruje. No ano de 2007 foi dispensado de responsabilidades paroquiais para colaborar no Ordinariato das Forças Armadas e de Segurança. Desde 2016, com a cooperação do Diácono Amadeu, cuida pastoralmente as paróquias de Paranhos da Beira, Tourais e Girabolhos. O Padre Vítor Manuel Alago Lourenço iniciou a sua vida Sacerdotal em Pinhel. Prestou serviço no Colégio de S. José de 1993 a 1994, ano em que assumiu responsabilidades paroquiais de Vila do Carvalho e S. José, arciprestado da Covilhã. No ano 2000 foi nomeado Director Espiritual do Seminário do Fundão e em 2002 assumiu responsabilidades de pároco na Vila de Figueira de Castelo Rodrigo, a que se juntaram outras paróquias do mesmo arciprestado no ano seguinte. Desde 2006 tem responsabilidade de Capelão da Santa Casa da Misericórdia de Figueira.

Assembleia Diocesana – Guarda 2017 - Diocese da Guarda procura caminhos de renovação para o futuro

“Que Igreja somos?” é o tema da primeira sessão da Assembleia Diocesana da Guarda, que vai decorrer, no próximo sábado, 29 de Abril, no Seminário da Guarda. Os trabalhos, que têm início às 9.30 horas, são presididos pelo Bispo da Diocese, D. Manuel Felício.
No decorrer dos trabalhos serão analisados os seguintes assuntos: A Igreja Comunhão - Fiéis à graça baptismal e na condição de membros do Povo de Deus, procuremos romper com “esquemas enfadonhos em que aprisionamos Cristo” (EG 11), sair de comodidade em que nos instalamos e aceitar as implicações de uma Igreja-comunhão. A Igreja, Povo de Deus - A ideia da Igreja Povo de Deus, constitui, por si mesma, a grande viragem na eclesiologia conciliar. Ela estabelece, por um lado a igualdade fundamental de todos os fiéis e, por outro, a diversidade de carismas e ministérios. Por sua vez, o lugar da autoridade, que se chama hierarquia, está ao serviço da organização e da coordenação da vida de todo o Povo de Deus; e a participação responsável de todos na vida das comunidades deste Povo de Deus exige que se faça em caminhada sinodal. Os ministros ordenados, na vida da Igreja - Os sacerdotes e os diáconos, pelo sacramento da Ordem, recebem de Cristo mandato para servir todo o Povo de Deus, nos diferentes graus da hierarquia LG cap. III). Aos sacerdotes, constituídos em Presbitério sob presidência do Bispo Diocesano, é confiada a responsabilidade conjunta de cuidar pastoralmente toda a vida da Diocese. A vocação e missão dos Leigos na Igreja e no Mundo - Sabendo que «A imensa maioria do Povo de Deus é constituída por leigos» e que «Ao seu serviço está uma minoria: os ministros ordenados» (EG 102), importa superar o clericalismo bem visível nas estruturas da Diocese. Os ministérios laicais - A vocação e a missão dos leigos na Igreja supõe a criação de ministérios ou serviços diversificados e necessários na vida da Igreja. Os religiosos na vida da Igreja - A Constituição sobre a Igreja (LG cap. VI), diz que “a profissão dos conselhos evangélicos aparece como um sinal que pode e deve atrair eficazmente todos os membros da Igreja a corresponderem animosamente às exigências da vocação cristã”. Por sua vez, “como o Povo de Deus não tem na terra a sua cidade permanente, mas vai a caminho da futura, o estado religioso... manifesta mais claramente a todos os fiéis os bens celestes” (LG 44). Uma Igreja diocesana comunidade comunidades para a missão - “A Igreja é por natureza missionária” (AG 2). Urge, pois, fazer profundas mudanças na mentalidade enraizada entre nós, e ir ao encontro da Evangelii Gaudium de uma Igreja “em saída” e reconhecendo que é “necessário passar ‘de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária’ ” (EG 15. 20). Pastoral de conjunto e unidades pastorais - As características do mundo hodierno, bem como a situação em que se encontra a Igreja diocesana, não se compadecem com acções pastorais isoladas e desconexas ou centradas na dimensão administrativa. A relação Igreja Mundo - A Igreja, como ensina o Concílio Vaticano II, enquanto povo de Deus, a caminho da pátria celeste, existe não tanto por causa de si mesma, mas sempre como instrumento da salvação de Deus para o mundo inteiro, com a missão e o mandato para iluminar as realidades do mundo com a luz do Evangelho. Para cumprir este mandato de servir o mundo com o anúncio da salvação, a Igreja tem de ter em conta sobretudo dois factores: as mudanças rápidas introduzidas principalmente pelas novas tecnologias; a defesa da dignidade de cada pessoa humana, imagem de Deus. Em consequência, pede-se à Igreja que, no conjunto dos seus programas e instituições, preste especial atenção ao mundo do trabalho, das famílias e da cultura, no respeito pela natureza e pela utilização equilibrada dos seus recursos. A Comunicação social - O mundo actual é mediático e daí a importância da comunicação social na sociedade e na Igreja. Hoje compete-lhe usar da melhor maneira os modernos meios de comunicação, colocando-os ao serviço do anúncio do Evangelho. Reorganização da Diocese - A Igreja diocesana, como qualquer instituição, tem necessidade de uma organização interna que, em conjunto e em cada uma das suas estruturas, deverá ser vista como meio ao serviço dos fins que correspondem à sua natureza e vocação.

Jornal A GUARDA recebido pelo Presidente da República - Associação Portuguesa de Imprensa promove imprensa centenária como património cultural imaterial

O Jornal A GUARDA foi fundado em 1904, e está entre as 31 publicações centenárias portuguesas recebidas, pelo Presidente da República, em cerimónia marcada para a última terça-feira, dia 25 de Abril. A iniciativa de reconhecimento da Imprensa centenária portuguesa como Património Cultural Imaterial partiu da Associação Portuguesa de Imprensa (API), a instituição representativa da Imprensa de Portugal, e de imediato mereceu a adesão e apoio do Presidente da República.
No dia em que se comemoraram os 43 anos de Democracia, o Presidente da República quis receber, no Palácio de Belém os representantes da API e das 31 publicações periódicas centenárias, para lhes manifestar o reconhecimento por tão longa actividade. A data para esse reconhecimento foi escolhida pelo seu simbolismo, uma vez que a Revolução dos Cravos, em 1974, permitiu devolver aos portugueses os direitos, garantias e liberdades fundamentais, entre elas a liberdade de Imprensa. Para a API “conseguir manter a publicação durante mais de cem anos, vencendo as diversas crises, testemunhando guerras e catástrofes, enfrentando ditaduras e repressões de vária ordem, é uma exemplar demonstração de persistência, de coragem e de crença nos valores da liberdade de informação e na importância da Imprensa”. Esta importância, é reconhecida pela ONU (Organização das Nações Unidas), cuja Assembleia Geral instituiu, em 1993, o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a celebrar a 3 de Maio de cada ano. A API entende que “a liberdade de Imprensa, através da independência e do pluralismo dos media, é factor essencial da Democracia, pelo que considera de toda a justiça este reconhecimento aos 31 jornais que se publicam em Portugal, ininterruptamente, há pelo menos um século”.

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Movimento da Mensagem de Fátima vai reunir com os guias das peregrinações a pé
alt Conferências Marianas na Guarda O Movimento da Mensagem de Fátima da Diocese da Guarda vai promover uma reunião com todos os guias das peregrinações a pé, ao Santuário de Fátima. O anúncio da reunião, que ainda não tem data marcada, foi feito pelo Assistente do Movimento, padre Eduardo Mendes, durante uma conferência no âmbito dos Centenário das Aparições de Fátima, que decorreu na Casa Paroquial da Sé, na Guarda, esta segunda-feira, 13 de Março, e juntou quase uma centena de pessoas. “Vamos promover um encontro dos guias de peregrinos a Fátima, com o objectivo de os sensibilizar para a importância das peregrinações a pé”, explicou Eduardo Mendes. Este responsável adiantou também, que em colaboração com o Secretariado Nacional da Mensagem de Fátima, está em estudo a marcação dos Caminhos de Fátima. Reconheceu que “este processo está mais adiantado na Diocese de Coimbra” mas, no resto do país, tem esbarrado com algumas dificuldades junto das autoridades civis. Na conferência, com o tema “Devoção ao Coração Imaculado de Maria”, Eduardo Mendes destacou a importância dos primeiros sábados, concretizada na meditação da Palavra de Deus, na reconciliação, na comunhão e na oração do terço. Disse também que “a devoção ao Coração Imaculado de Maria não foi uma devoção inaugurada pela mensagem de Fátima, já estava na devoção do povo de Deus”. No final da conferência falou sobre o Movimento da Mensagem de Fátima, “uma associação pública de fiéis, erecta pela Conferência Episcopal Portuguesa”. Explicou que o Movimento procura viver mais intensamente a Mensagem de Fátima ao jeito dos Pastorinhos Lúcia, Jacinta e Francisco”. Para melhor responder aos seus objectivos, dá especial atenção à oração, às peregrinações, aos doentes e portadores de deficiência. Podem pertencer ao Movimento todos os cristãos de boa vontade que deseje conhecer a mensagem de Fátima, vivê-la na sua vida consoante o seu estado e difundi-la. O Movimento da Mensagem de Fátima é uma Associação Canónica, com cerca de 116 mil Associados paroquiais e alguns milhares de grupos de acção social em 17 dioceses do País. As Conferências Marianas do “Centenário das Aparições de Fátima” são promovidas pelas Paróquias da Sé e S. Vicente – Guarda. A próxima conferência está marcada para o dia 24 de Abril, com o tema “Fátima e o seu contexto histórico”, sendo orador o historiador Manuel Luís.