Bispo de Viseu, Dom António Luciano dos Santos Costa

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Homilia de D. Manuel Felício - Bispo da Guarda - Ordenação sacerdotal, em 18/06/2017 - Sé da Guarda
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A cátedra da Sé da Guarda é uma das peças que integra a exposição ‘Na Rota das Catedrais – Construções (d)e Identidades’, que foi inaugurada esta terça-feira, 26 de Junho,

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Igreja/Património - Cátedra da Sé da Guarda integra exposição dedicada à Rota das Catedrais

A cátedra da Sé da Guarda é uma das peças que integra a exposição ‘Na Rota das Catedrais – Construções (d)e Identidades’, que foi inaugurada esta terça-feira, 26 de Junho, na Galeria D. Luís, Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa. A exposição reúne mais de 110 peças provenientes de catedrais e igrejas de Portugal continental, Madeira e Açores, algumas classificadas como Tesouros Nacionais, até 30 de Setembro.
Inserida no projecto “Rota das Catedrais”, resultante do acordo de cooperação entre o Ministério da Cultura e a Conferência Episcopal Portuguesa assinado em 2009, esta exposição pretende traduzir, globalmente, as diferentes dimensões do património catedralício distribuído de Norte a Sul do país, do Litoral ao Interior, passando pelas regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Desvendando as chaves para uma abordagem multifacetada, apresenta o que de melhor se produziu nas catedrais portuguesas, quer do ponto de vista do seu património material, como imaterial. ‘Na Rota das Catedrais – Construções (d)e Identidades’ é comissariada por Marco Daniel Duarte, historiador de arte e director do Museu do Santuário de Fátima. A inauguração exposição contou com a presença do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, e do cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente. Esta iniciativa é promovida pelo Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja e pela Direcção-Geral do Património Cultural.

Igreja - Viseu prepara entrada solene de D. António Luciano

O novo bispo de Viseu, D. António Luciano, entrará de forma solene na diocese a 22 de Julho, numa celebração que vai decorrer na Sé daquela cidade, às 16.00 horas. A paramentação será na Igreja da Misericórdia, seguindo o cortejo para a Sé Catedral onde terá lugar a celebração da Missa e a leitura da acta. A tomada de posse de D. António Luciano perante o Conselho de Consultores e o Cabido acontecerá no dia anterior, sábado, dia 21 de Julho.
A celebração de entrada solene, do dia 22 de Julho, “é aberta a toda a comunidade”, adiantou ao jornal A GUARDA, o Vigário Episcopal do Clero da diocese de Viseu, padre António Jorge. O novo bispo, ordenado na Sé da Guarda, no dia 17 de Junho, nasceu a 26 de Março de 1952, em Corgas, freguesia e paróquia de Sandomil (Seia), distrito e Diocese da Guarda, trabalhou como enfermeiro nos Hospitais da Universidade de Coimbra; ordenado padre em 1985, foi capelão no Hospital da Guarda e na Universidade da Beira Interior, onde foi professor, assim como na Universidade Católica, em Viseu. No fim da celebração de ordenação, D. António Luciano dirigiu palavras de agradecimento a todos os presentes e desejou “ousadia, renovação, força, coragem” para as dioceses de Viseu e da Guarda. O início do trabalho pastoral de D. António Luciano na Diocese de Viseu vai decorrer no dia 22 de Julho, sucedendo a D. Ilídio Leandro que pediu a resignação ao Papa Francisco por motivos de saúde.

85 anos depois de terem chegado à cidade - Servas de Nossa Senhora de Fátima fecham comunidade da Guarda

A Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima vai deixar a Guarda durante o mês de Julho. Depois de 85 anos ao serviço das pessoas da cidade e da Diocese, esta comunidade deverá abandonar a Guarda na semana de 16 a 22 de Julho.
Ao que o jornal A GUARDA conseguiu apurar, a explicação dada para o encerramento da comunidade tem a ver com a avançada idade das Irmãs que compõem actualmente a comunidade, a que se junta a dificuldade de acesso à igreja e aos locais de trabalho pastoral e a falta de condições para a continuidade do trabalho. A Irmã Deolinda Serralheiro, superiora da comunidade da Guarda, explicou que “as razões mais fundamentais só são conhecidas das superioras maiores, que tomaram esta decisão”. Para assinalar a despedida desta comunidade da Guarda, está agendada uma celebração eucarística de acção de graças pela presença desta Congregação na cidade, ao longo destes anos, que será presidida pelo bispo da Diocese, D. Manuel Felício, na Sé, no dia 15 de Julho, às 18.00 horas. Na hora da partida da Guarda “as Irmãs levam saudade e gratidão”, explicou Deolinda Serralheiro. E acrescentou: “Sentimos sempre as pessoas muito acolhedoras, educadas e amigas. O trabalho pastoral que realizámos foi bem aceite e apreciado pelas pessoas”. À medida que a notícia do encerramento da comunidade vai sendo conhecida “muitas pessoas mostram tristeza pela nossa partida e pedem que não as abandonemos, nomeadamente pela oração” desabafa Deolinda Serralheiro. As Irmãs vieram para a diocese da Guarda para trabalhar na Casa Veritas, na livraria e na tipografia, a pedido do bispo diocesano, há precisamente 85 anos. Além do seu trabalho profissional, as Irmãs faziam catequese a crianças nas Lameirinhas, colaboravam na liturgia das celebrações dominicais e eram visitadoras da cadeia. Anos mais tarde e com o aumento do número de Irmãs da comunidade, coordenavam a catequese paroquial e faziam catequese a crianças e adolescentes; ntegravam a equipa diocesana de catequese, colaboravam na liturgia dominical e asseguravam a exposição do Santíssimo Sacramento, adoração e recitação de Vésperas, aos domingos, na capela do Bonfim; distribuíam a comunhão aos doentes nas suas casas, colaboravam na pastoral juvenil e vocacional e davam especial atenção aos mais pobres, que assistiam, na sua residência. Em 2005, as Irmãs deixaram o trabalho na Casa Veritas, passando a dedicar-se exclusivamente à acção pastoral na paróquia e na Diocese. Actualmente, as Irmãs colaboravam na catequese de crianças e adolescentes, na paróquia, asseguravam a exposição do Santíssimo Sacramento, adoração e recitação de Vésperas, aos domingos, na capela do Bonfim, distribuíam a comunhão aos doentes nas suas casas e no Hospital Sousa Martins; colaboravam em acções pontuais de formação de cristãos adultos na paróquia, no arciprestado da Guarda e na diocese, a pedido dos párocos e do Bispo, respectivamente; integravam o Conselho de Pastoral Paroquial e a equipa de leitores da Sé; colaboravam no voluntariado na Casa de Saúde Bento Menni e davam especial atenção aos mais pobres, que assistiam, na sua residência. De acordo com o carisma da Congregação, de comunhão com a Igreja local, sempre estiveram disponíveis para colaborar na pastoral paroquial e diocesana. Apesar de fechar a casa da Guarda, a Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima vai continuar na Diocese, com a abertura de uma nova comunidade na cidade do Fundão. “As nossas superioras, em diálogo com o Senhor Bispo, tomaram a decisão de abrir uma nova comunidade no Fundão, com algumas Irmãs mais novas, a fim de continuarmos a nossa acção pastoral na Diocese”, adiantou Deolinda Serralheiro ao Jornal A GUARDA. Actualmente, a comunidade das Servas de Nossa Senhora de Fátima na Guarda é constituída pelas irmãs Alice Ribeiro Dinis Pedro, Deolinda da Encarnação Serralheiro, Maria da Piedade de Jesus e Maria dos Prazeres Farinha Marçal Pequito.

Cerimónia vai decorrer na Sé da Guarda - Cardeal Saraiva Martins assinala 30 anos de ordenação episcopal

Os trinta anos de ordenação episcopal do Cardeal José Saraiva Martins, natural de Gagos do Jarmelo, vão ser assinalados na Guarda, no dia 15 de Agosto. O programa que está a ser preparado consta da apresentação de um livro do prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos, da celebração de uma Missa de Acção de Graças e de um jantar comemorativo.
Tanto a apresentação do livro como a celebração da Missa terão lugar na Sé Catedral da Guarda, a que se seguirá a refeição convívio no Seminário da Guarda. Recorde-se que, em 26 de Maio de 1988, o Papa João Paulo II nomeou José Saraiva Martins como arcebispo titular e secretário da Congregação para a Educação Católica. A sua ordenação episcopal aconteceu há trinta anos, no dia 2 de Julho de 1988. O mesmo Papa nomeou-o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, no dia 30 de Maio de 1998,cargo que implica a dignidade cardinalícia. Foi criado cardeal pelo Papa João Paulo II, no Consistório de 21 de Fevereiro de 2001, tendo-lhe sido outorgado o título de cardeal-diácono de Nostra Signora del Sacro Cuore. Com a morte do Papa João Paulo II, D. José Saraiva Martins veio a ser confirmado no cargo pelo Papa Bento XVI a 21 de Abril de 2005. Em 9 de Julho de 2008 resignou ao cargo de prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. Após a resignação, D. José Saraiva Martins passou a deter o título de prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos. Em 24 de Fevereiro de 2009, o Papa Bento XVI nomeou D. José Saraiva Martins cardeal-bispo da Igreja Católica, com o título de cardeal-bispo de Palestrina.

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Homilia de D. Manuel Felício - Bispo da Guarda - Ordenação sacerdotal, em 18/06/2017 - Sé da Guarda
alt Senhor D.S. António, Sacerdotes concelebrantes e diáconos Seminaristas Estimado candidato à Ordenação Bruno António, teus pais e restantes familiares Irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo Alegremo-nos, com esta Sé catedral e toda a nossa diocese em festa, pela ordenação sacerdotal de mais um dos seus filhos. Consideramos este acontecimento e a celebração em que estamos a participar um verdadeiro presente de Deus e a garantia de que Ele está sempre connosco, apontando-nos os caminhos que devemos seguir para darmos cumprimento, nos tempos de hoje ao mandato missionário recebido do próprio Cristo. Irmãs e irmãos é de grande transcendência o passo em frente que este nosso irmão Bruno António vai dar em direção ao único sacerdócio de Cristo. É verdade que todo o povo de Deus se torna, em Cristo e pelo batismo, um verdadeiro sacerdócio real. Porém o mesmo Jesus Cristo, eterno e único sacerdote, escolher alguns discípulos para desempenharem na Igreja, em seu nome, o ministério sacerdotal ao serviço dos homens. Enviado pelo Pai, Ele mesmo enviou os Apóstolos por todo o mundo, a fim de continuar, por meio deles e dos Bispos que lhes haviam de suceder, a sua missão única de Mestre, Sacerdote e de Pastor. Ora acontece que os presbíteros, na ordem dos quais o nosso irmão Bruno António hoje vai entrar pelo sacramento da ordem sacerdotal, são constituídos cooperadores dos Bispos para serviço do povo de Deus, no exercício da tríplice missão de ensinar, santificar e governar. A passagem do profeta Isaías que acabámos de escutar dá-nos a verdadeira dimensão do serviço sacerdotal que vai ser confiado a este nosso irmão pelo Sacramento da Ordem. Trata-se de um serviço a todo o povo de Deus cuja origem está no Espírito Santo, derramado em abundância sobre a pessoa do novo sacerdote através do sacramento da Ordem. Por isso, a unção com que vão ser marcadas as suas mãos após a oração consecratória não tem outra finalidade senão lembrara-lhe que, a partir de hoje ele é ungido do Espírito Santo por um novo título e como tal enviado, como lembra o profeta, para anunciar a Boa Nova, curar os corações feridos levar a redenção aos cativos e proclamar o ano da graça do Senhor. Pelo exercício do ministério sacerdotal que hoje lhe fica confiado, o luto na vida das pessoas será substituído pela alegria e os corações abatidos ganharão nova coragem. Estas são as razões de esperança que o mundo espera da Igreja e em particular de nós sacerdotes. A nós sacerdotes está confiada a missão de interpretarmos da melhor maneira os verdadeiros sentimentos de Cristo, que também sentiu dor e aflição diante das necessidades das pessoas. É o caso que o Evangelho nos apresenta hoje. Jesus percorria as aldeias e cidades, ensinando, pregando e curando; portanto, estando muito atento à vida real das pessoas que o procuravam para encontrar remédio para as suas múltiplas dores e necessidades. E Jesus não é insensível à realidade e às razões desta procura. Por isso tem o seguinte desabafo para quantos o seguiam mais de perto: “A messe é grande, os trabalhadores são poucos. Pedi ao dono da messe que mande mais trabalhadores para a sua seara”. Irmãos e irmãs, este desabafo de Cristo para os seus mais diretos colaboradores vence as barreiras do templo e hoje é repetido para cada um de nós. A oração pelas vocações sacerdotais têm de ser por isso a nossa preocupação diária constante. Com a diminuição drástica das ordenações sacerdotais nos últimos anos, pensamos já ter entendido a mensagem que o mesmo Senhor dirige à sua Igreja de que é necessário conjugar bem o ministério sacerdotal com os outros ministérios, incluindo os ministérios não ordenados. Agora, escutando de novo o apelo de Cristo no Evangelho de hoje precisamos de reforçar a nossa oração para que o Senhor nos dê os sacerdotes necessários. Na verdade, todos sabemos que, sem eucaristia e sacerdotes que a celebrem as nossas comunidades perdem vitalidade e correm o risco de esmorecer. É certo que a nossa vida, tanto pessoal como comunitária, está sempre nas mãos de Deus, mas Ele pede o nosso empenho, e empenho redobrado, na promoção das vocações sacerdotais. E nesta nossa oração precisamos de incluir também os sacerdotes que já o somos. Isto porque levamos embrulhado nas nossas muitas fragilidades o grande presente de Deus para todo o seu povo . Como nos lembra o apóstolo Paulo levamos connosco um tesouro maravilhoso, mas em vasos de barro. E isto par que sintamos que todo o bem realizado não é devido às nossas forças, mas tão só ao amor de Deus que opera em nós. Na próxima sexta-feira solenidade do Coração de Jesus é também jornada mundial de oração pela santificação dos sacerdotes. Confiamo-nos por isso, à oração de todo o povo de Deus para que o nosso ministério sacerdotal seja cada vez mais rosto bem visível do único bom Pastor Jesus Cristo. Estimado Bruno António, dentro de momentos vais dizer solenemente diante desta vasta assembleia que queres ser padre para cooperar com a Ordem dos Bispos apascentando o Povo do Senhor sob ação do Espírito Santo. Vais prometer que exercerás dignamente o ministério da Palavra, sobretudo na pregação e na formação da Fé; e também que, através da oração e da celebração dos Santos mistérios serás instrumento de Deus para santificação de todo o Seu Povo. E dir-nos-ás do teu propósito de viver o ministério Sacerdotal em união com Cristo, Sumo Sacerdote que, por nós se ofereceu ao Pai como vítima Santa. Alegramo-nos com este teu propósito hoje solenemente declarado de te consagrares inteiramente a Deus, com Cristo para Salvação das pessoas. E a passagem bíblica da 1ª carta de S. Pedro hoje proclamada deixa-nos algumas recomendações plenas de oportunidade no acontecimento que estamos a viver. São recomendações aos presbíteros, testemunhas dos sofrimentos de Cristo, mas também vivendo a alegria antecipada de participarem na sua glória. E recomendações para apascentarem o rebanho de Cristo não por ganância, ou seja por qualquer desejo de lucro, mas tão só por espírito de serviço e de dedicação ao seu povo; não por qualquer espírito de domínio, mas segundo tão só o modelo do próprio Cristo que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para que todos tenham vida em abundância. Estimado Bruno António, e dentro de momentos Pe. Bruno, depois da imposição de mãos de todos os sacerdotes presentes e depois da oração consecratória própria da Ordenação, o Senhor toma conta de ti de uma maneira especial. Nunca tenhas receio de seguir as orientações que Ele te for dando; orientações essas que terás de discernir no diálogo em Presbitério e com o teu Bispo. Lembra-te constantemente das palavras que vão acompanhar a entrega do cálice e da patena depois da oração consecratória : Toma consciência de que vais fazer, imita o que vais realizar e conforma a tua vida com o mistério da cruz de Cristo. Interrompemos a leitura do Evangelho de hoje, com o desabafo de Jesus e o convite à oração pelas vocações. A seguir, encontramos o relato em que o mesmo Jesus escolheu os doze, chamando-os a cada um pelo seu nome e os envia com a seguintes recomendação: “Recebestes de graça, dai de graça. Bruno António que a nossa vida de sacerdotes seja cada vez mais o cumprimento desta recomendação de Jesus, em clara rotura com as formas de viver comuns na cultura e no mundo de hoje. E a propósito, cito a escritora contemporânea – Sofia de Melo Breyner quando diz: “Porque os outros se compram e se vendem/e os seus gestos dão sempre dividendos/Porque os outros fazem cálculos/ Mas tu não Mas tu não. Que o nosso único devidendo seja sempre e só o louvor de Deus e o serviço dos irmãos +Manuel da Rocha Felício, Bispo da Guarda