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Homilia da Vigília Pascal
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Encontro decorrerá em Fátima, entre 31 de Agosto a 3 de Setembro Estão abertas as inscrições para o VIII Simpósio do Clero, que se realizará de 31 de Agosto e 3

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Simpósio do Clero com inscrições abertas

Encontro decorrerá em Fátima, entre 31 de Agosto a 3 de Setembro Estão abertas as inscrições para o VIII Simpósio do Clero, que se realizará de 31 de Agosto e 3 de Setembro, no Centro Paulo VI, em Fátima e que tem como tema “Padre, Irmão e Pastor”. Na Diocese da Guarda, as inscrições devem ser feitas junto do Delegado Diocesano, o Padre Helder Lopes, Vice-Reitor do Seminário da Guarda, até ao dia 30 de Julho. A inscrição no simpósio tem o custo de 55 euros. O Padre Helder Lopes começou a divulgar o Simpósio nos encontros do clero que começaram esta terça-feira, na Guarda. O Simpósio é organizado pela Comissão Episcopal Vocações e Ministérios e tem por base o Decreto conciliar Presbyterorum Ordinis sobre “O Ministério e a Vida dos Sacerdotes”, que celebra 50 anos, o “Ano da Vida Consagrada” e a figura “ímpar” do Beato D. Frei Bartolomeu dos Mártires, com os seus escritos e a sua vida. O encontro constitui “um momento de encontro, de ajuda mútua na formação permanente, de oração em comum, de convívio e intercâmbio de experiências pastorais entre Presbíteros de todas as Dioceses portuguesas”, refere a organização numa nota enviada a todas as dioceses. O Simpósio tem vários painéis onde participarão entre outros: D. António Francisco dos Santos (Bispo do Porto); Adriano Moreira (professor Universitário); Fátima Campos Ferreira (jornalista); Pedro Mexia (jornalista/Escritor); Henrique Leitão (cientista); Lídia Jorge (escritora); Carlos Cabecinhas (Reitor do Santuário de Fátima); e Luciano Manicardi (monge do Mosteiro de Bose).

De estudante de Gestão a Sacerdote Capuchinho

Frei Miguel Grilo foi ordenado em Pínzio Frei Miguel Pinto Grilo, da Ordem dos Missionários Capuchinhos, foi ordenado sacerdote no último sábado, dia 13 de Junho, em Pínzio, por D. Manuel Felício, Bispo da Guarda. A cerimónia juntou algumas centenas de pessoas que lotaram o Pavilhão Desportivo desta localidade do concelho de Pinhel. Um tapete de flores assinalava o caminho até ao lugar da celebração que também estava magnificamente adornado.
O povo de Pínzio preparou com grande entusiasmo uma cerimónia nunca antes vista na aldeia, associando-se à alegria da comunidade de missionários capuchinhos que garante o serviço religioso da paróquia, desde Novembro de 2014. Sobre a ordenação em Pínzio, Frei Miguel disse que foi “vontade do Espírito Santo e do Provincial” e também da presença da Fraternidade dos Franciscanos Capuchinhos. E acrescentou: “Nunca pensei ser aqui ordenado sacerdote mas acredito que a celebração pode ser uma ajuda para a própria Diocese da Guarda na dinamização vocacional”. Aos jovens deixa o apelo para não terem medo de se questionarem sobre o que é que Deus quer deles. Nascido a 18 de Junho de 1984, faz hoje 31 anos, Frei Miguel estudava Gestão de Empresas na Universidade em Lisboa, quando decidiu mudar radicalmente de vida. Apesar do grande gosto que sempre teve pela Matemática sentiu, desde novo, que Deus o chamava para outra missão mas foi “adiando a decisão”. Depois de terminar o segundo ano do Curso de Gestão de Empresas acabou por ceder “ao chamamento de Deus” e começou por fazer “uma experiência de quatro meses numa Congregação italiana”. Em Janeiro de 2007 conheceu os Capuchinhos e alguns meses depois decidiu entrar na ordem por se identificar com o espírito de S. Francisco de Assis. Depois do Noviciado em Cabo Verde, fez a primeira Profissão Religiosa temporária a 23 de Agosto de 2009 e a profissão Perpétua a 4 de Maio de 2014. “Nesse dia passei a pertencer para toda a vida aos capuchinhos”, explicou. Seguiu-se a ordenação de Diácono, a 30 de Novembro de 2014, no Mosteiro dos Jerónimos e a ordenação Sacerdotal, no último Sábado, em Pínzio. No dia 1 de Agosto vai para Roma, onde ficará dois anos, para estudar Espiritualidade Franciscana. Frei Miguel Grilo é natural de Lisboa mas foi baptizado em Prados, freguesia de Freixedas, no concelho de Pinhel. “Os meus pais residiam em Odivelas e vieram baptizar-me em Prados, pois eles são naturais daqui”, explicou ao jornal A GUARDA. Da aldeia do concelho de Pinhel recorda as férias passadas com os avós. “Desde pequeno que aqui vinha, principalmente no Natal, Páscoa e nas férias de Verão” recorda Frei Miguel. As visitas deixaram de ser tão frequentes na altura em que entrou para os Capuchinhos. Como a aldeia tem apenas 30/40 pessoas e são da família, conhece praticamente todas as pessoas. No dia 12 de Julho, regressa à aldeia onde foi baptizado e que também o viu crescer, para celebrar Missa de acção de graças.

Imagem Peregrina vai percorrer a Diocese da Guarda

De 27 de Setembro a 11 de Outubro A Diocese da Guarda acolhe a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, de 27 de Setembro a 11 de Outubro, no âmbito da visita que envolve todas as dioceses Portuguesas.
Na passagem pela Diocese, a Imagem Peregrina será recebida na Guarda, na tarde do dia 27 de Setembro, onde ficará até ao dia seguinte, seguindo depois para Seia (28 de Setembro), Gouveia (29), Celorico da beira (30), Trancoso (1 de Outubro), Pinhel (2), Figueira de Castelo Rodrigo (3), Almeida (4), Sabugal (5), Penamacor (6), Belmonte (7), Manteigas (8), Covilhã (9), Fundão (10) e Alpedrinha (11). A Imagem Peregrina chega à Diocese da Guarda proveniente da Diocese de Coimbra, dando entrada pelo lado de Seia, na paróquia de Folhadosa. Com início a 13 de Maio, durante as celebrações da 98.ª peregrinação internacional aniversária da primeira aparição, a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima está em peregrinação pelas dioceses portuguesas, até maio de 2016. Uma Nota Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) define esta peregrinação nacional como “um momento de missão evangelizadora” e apelam à mobilização das pessoas para o “acolhimento caloroso, marcado pela alegria de receber, na fé, o ícone da Mãe de Deus e Mãe dos Homens”. “Aproveitamos este momento de graça para convidar o Povo de Deus a entrar em profundidade na celebração da sua fé, particularmente por meio da participação na Eucaristia, da celebração do Sacramento da Penitência e da Unção dos Doentes; para incentivar à oração de adoração diante do Santíssimo Sacramento, tão característica da espiritualidade de Fátima; e para relançar o hábito da oração mariana do Rosário nas famílias cristãs, acompanhada pelas meditações bíblicas e pelo silêncio contemplativo”, refere a Nota Pastoral. Depois de passar pela Diocese da Guarda a Imagem Peregrina segue para a Diocese de Portalegre-Castelo Branco.

Papa Francisco publica hoje encíclica sobre a ecologia

É hoje tornada pública a encíclica do Papa Francisco sobre a ecologia. Há muito anunciada e ansiosamente esperada pela opinião pública em geral, esta encíclica convida ao exercício da responsabilidade humana quanto ao uso dos bens criados.
Começa com a expressão de S. Francisco sobre o louvor das criaturas – Laudato si. Depois de, na introdução, lembrar os diversos pronunciamentos sobre o mesmo assunto vindos do magistério da Igreja nas últimas décadas, desde João XXIII a Bento XVI, passando por Paulo VI e João Paulo II, organiza-se em 6 capítulos, distribuídos por 190 páginas. Nela, o Papa pretende fazer connosco um percurso de atenção aos bens criados que, de facto, existem para o maior bem da existência humana. É um percurso que começa pela chamada de atenção para as agressões que, de facto, continuam a fazer-se “à nossa casa comum” ou irmã terra. Toca na questão da água, da perda da biodiversidade e sobretudo a deterioração da vida humana e a degradação social. Toca na ferida da crescente desigualdade planetária assim como na debilidade das reações dos responsáveis políticos, culturais e sociais a situações como estas, “que provocam os gemidos da irmã terra”. Apela ao evangelho da criação (cap. II) e diz que o universo deve ser entendido não como pura natureza, mas sobretudo como “projecto de Deus”. A comunhão universal e o destino comum dos bens são dois valores essenciais para a vida humana que têm de definir as relações ecológicas. A raiz da crise ecológica essa está, antes de mais, nas pessoas humanas e no estilo das suas relações (cap. III). Perante o facto da invasão das novas tecnologias fortemente globalizadas que dominam cada vez mais a economia e a política (nº 109), impõe-se a necessidade de defender o valor fundamental do trabalho humano. Como a encíclica afirma, “não se deve substituir sempre o trabalho humano pelo progresso tecnológico. Quando assim se faz nega-se a própria humanidade” (nº 128). Coloca frontalmente a questão dos organismos genética¬mente modificados, no mundo animal e vegetal (nº 136) para se centrar na ecologia que integra as dimensões humana e social (cap. IV). E aqui alarga o horizonte das questões ecológicas, falando da ecologia ambiental, mas também económica, social e cultural. O que está em causa numa ecologia correctamente entendida é, por um lado, levar a sério o princípio do destino universal dos bens, ou seja que os bens são criados para todos, incluindo as gerações que ainda não viram a luz do dia. E sobre esta matéria, a encíclica, no nº 159, cita a Conferência Episcopal Portuguesa, na sua carta Responsabilidade solidária pelo bem comum (ano de 2003), quando afirma: “O ambiente situa-se na lógica do receber. É um bem que todas as gerações recebem e devem transmitir às gerações futuras”. Considera esta uma afirmação que fundamenta a ecologia integral. Como grandes linhas de orientação e acção (cap. V), defende o diálogo sobre o ambiente na política internacional e suas consequências nas políticas nacionais e locais. Defende o diálogo entre política e economia, para se conseguir a plena realização humana. Não esquece a componente espiritual da atitude ecológica (cap. VI). E aqui aponta para a necessidade de todos evoluirmos para novos estilos de vida que preconizem contenção no consumo. Defende a necessidade da aliança entre humanidade e ambiente, falando mesmo numa necessária conversão ecológica. E termina colocando o cuidado da natureza sob a pretecção de Maria. Ela que cuidou de Jesus, agora precisamos que cuide “deste mundo ferido” (nº 243). A última palavra da encíclica é uma oração pela nossa irmã terra, essa casa comum sem a qual não podemos viver. Esta encíclica é um forte convite ao exercício da nossa responsabilidade sobre os bens criados, a começar pelos bem fundamental que a própria natureza humana é em si mesma. Guarda, 18 de junho de 2015 +Manuel R. Felício, Bispo a Guarda

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Homilia da Vigília Pascal

Extracto da Homilia da Vigília Pascal

Cristo está vivo no meio de nós. Alegremo-nos e cantemos aleluia, nesta Vigília Pascal, mãe de todas as vigílias e o centro de todo o nosso ano litúrgico.

Toda a caminhada quaresmal nos orientou para esta Vigília; desta mesma Vigília parte um especial dinamismo de vida nova em Cristo ressuscitado que repercute não só na oitava da Páscoa , que vamos viver como sendo um  domingo continuado, mas também na cinquentena pascal que culmina no Pentecostes, com a descida do Espírito Santo sobre toda a Igreja.

 

 

A surpresa das mulheres que encontraram o sepulcro vazio e o percurso interior que, a seguir, fizeram para concluir que Ele ressuscitou tem de ser também a nossa surpresa e o nosso percurso espiritual, neste tempo de Páscoa. Esta surpresa tem de aparecer clara nas nossas vidas para surpreender o próprio mundo, que precisa de novas rezões de esperança. E Jesus Ressuscitado é a grande esperança para a Igreja e para o mundo. Nós somos convidados por Ele a deixarmos que na nossa vida pessoal e na vida das nossas comunidades transpareça de verdade este grande acontecimento da Sua Ressurreição. Agradecemos a Deus o dom do novo Papa que acaba de ser eleito. Ele vem com vontade de ajudar a Igreja a ser cada vez mais transparente à novidade de Cristo Vivo. Ele próprio já deu muitos sinais de que a nota dominante da sua vida pessoal é deixar que a novidade de Cristo se manifeste. Vai continuar a pedi-lo certamente a todas as instâncias da Igreja, desde a Cúria Romana, às Conferências Episcopais, aos bispos, aos padres, aos diáconos aos de especial consagração. Vai certamente  pedi-lo a todas as estruturas da Igreja cuja razão de ser é viver de Jesus Ressuscitado e apresentá-lo de tal modo que o mundo creia.

Santa Páscoa para todos vós e vossas famílias.