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Homilia da Vigília Pascal
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CIRP Regional da Guarda O ano dedicado à Vida Consagrada que pretende assinalar os 50 anos do Concílio Vaticano II, e se celebra de 30 de Novembro de 2014 a 2

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Bodas de ouro de vida religiosa da Madre Prioresa do Carmelo da Guarda “No locutório já nem nos damos contas que existem grades… o nosso espaço é amplo e belo” No dia

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Ano dedicado à Vida Consagrada começa em Novembro

CIRP Regional da Guarda O ano dedicado à Vida Consagrada que pretende assinalar os 50 anos do Concílio Vaticano II, e se celebra de 30 de Novembro de 2014 a 2 de Fevereiro de 2016, serve de base ao programa de acção para este ano pastoral à CIRP Regional da Guarda (Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal).
A nível diocesano estão programadas algumas actividades através das quais “a Vida Consagrada testemunha a alegria da sua pertença a Jesus Cristo e sai a construir comunhão com o Povo de Deus”. A primeira actividade será no dia 30 de Novembro, das 15.00 às 17.00 horas, com o desenvolvimento do tema “A Vida Consagrada sinal e profecia” pelo Bispo da Guarda, Dom Manuel Felício, a que se segue um painel de testemunhos com um consagrado, um seminarista, um jovem cristão e um casal comprometido. O evento destina-se a todo o povo de deus e decorrer no Centro Apostólico Dom João de Oliveira Matos, na Guarda. Segue-se, de 26 de Janeiro a 2 de Fevereiro, a vivência, na diocese, da semana de oração pela Vida Consagrada. No dia 2 de Fevereiro haverá adoração ao Santíssimo Sacramento, entre as 16.00 e as 18.00 horas, terminando com a Eucaristia, na Sé da Guarda. A 18 de Abril de 2015, no Centro Apostólico da Guarda, o Padre Paulo César Serralheiro Franco vai apresentar o tema “A comunidade Cristã e o despertar vocacional”. Haverá também um painel de testemunhos de jovens que através da comunidade paroquial descobriram a sua vocação cristã. Para 24 de Janeiro de 2016 está programado um momento festivo dedicado ao Ano da Vida Consagrada, com a participação de jovens e de grupos musicais e de grupos corais, na Casa de Saúde Bento Menni, na Guarda. No dia 2 de Fevereiro de 2016, dia do encerramento do Ano da Vida Consagrada, haverá celebração eucarística na Sé, presidida por Dom Manuel Felício. Deolinda Serralheiro, das Servas de Nossa senhora de Fátima e responsável pelo CIRP Regional da Guarda quer que “as comunidades incentivem os cristãos à participação nas actividades programadas, a nível diocesano, e á celebração da Liturgia de Laudes ou Vésperas, em cada paróquia onde se encontram, especialmente ao Domingo”.

novo bispo coadjutor de Beja é natural de Monteperobolso, Almeida

O cónego João Marcos, natural da Diocese da Guarda (Monteperobolso – Almeida), actual director espiritual do Seminário dos Olivais e do Seminário Redemptoris Mater, ambos em Lisboa, é o novo bispo coadjutor de Beja.
A nomeação foi divulgada esta sexta-feira pela Santa Sé, que vai ajudar D. António Vitalino Dantas tal como este tinha pedido. D. Vitalino Dantas fez o pedido à Santa Sé logo a seguir à eleição do Papa Francisco. O bispo de Beja, que faz 73 anos em Novembro, já na altura contava que a nomeação demorasse algum tempo e apontava “dois anos” como tempo certo “ para trabalhar com o bispo coadjutor e depois passar-lhe o testemunho”. Esse coadjutor agora nomeado é um padre da diocese de Lisboa, nascido na diocese da Guarda, que recebeu a escolha com humildade. “Encaro esta nomeação olhando para a minha pequenez para a minha impreparação, enfim para os meus defeitos e limites que são muitos e, ao mesmo tempo, vejo aqui um convite do Senhor a superar-me, a abrir-lhe a porta, a pôr-me à sua disposição para Ele fazer aquilo que é a especialidade dele, que é fazer maravilhas”, disse à Renascença este padre de 65 anos natural de Monteprobolso, concelho de Almeida

Novo Bispo Coadjutor de Beja - É natural da Diocese da Guarda

Novo Bispo Coadjutor de Beja É natural da Diocese da Guarda Saudamos o novo Bispo Coadjutor de Beja, D. José João dos Santos Marcos, que é natural da Paróquia de Monteperobolso, concelho de Almeida, arciprestado do Rochoso, Diocese da Guarda.
Partiu, em criança, com a família, para Lisboa, frequentou os seminários de Santarém, S. Paulo de Almada e Cristo Rei dos Olivais e foi ordenado presbítero para o Patriarcado de Lisboa em Junho de 1974. É também diplomado pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Em 2003 foi chamado a integrar o Cabido da Sé Patriarcal de Lisboa. Entre as variadas funções pastorais que lhe foram confiadas, está a de Director Espiritual do Seminário Maior dos Olivais, do Patriarcado de Lisboa, desde o ano de 1995. Ligado ao Movimento Neocatecumenal, exerceu o ministério de catequista não só no Patriarcado de Lisboa, mas também em missão de itinerância pelo estrangeiro, durante algum tempo. A sua sensibilidade artística e formação em Belas Artes ficam ligadas a muitas obras de arte sacra, no Patriarcado de Lisboa e não só. D. José João dos Santos Marcos, radicado, desde há muito tempo, em Lisboa, costuma reservar anualmente algum tempo para passar na sua terra natal, Monteperobolso, onde possui casa de residência, juntamente com membros da sua família. E nós esperamos que este hábito se mantenha, para seu conforto pessoal e para bem das pessoas suas conterrâneas que já contam com a sua presença, mais ou menos regular e também da nossa Diocese da Guarda. Desde já o queremos felicitar por este novo serviço que a Igreja lhe pede e também prometemos acompanhá-lo com a nossa oração. Guarda, 10 de Outubro de 2014 +Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

Carmelo da Guarda "nem nos damos contas que existem grades"

Bodas de ouro de vida religiosa da Madre Prioresa do Carmelo da Guarda “No locutório já nem nos damos contas que existem grades… o nosso espaço é amplo e belo” No dia 18 de Outubro, a Madre Prioresa do Carmelo da Guarda, Irmã Teresa de Jesus, natural dos Açores, celebra 50 anos de Vida Religiosa como Carmelita Descalça. Para assinalar a efeméride haverá a celebração da Missa que será presidida por Dom Manuel Felício. No mesmo dia, o Carmelo da Guarda também dá início às comemorações do V Centenário do Nascimento de Stª Teresa de Jesus, Fundadora das Carmelitas Descalças e Doutora da Igreja.
A Guarda: A Irmã Teresa de Jesus, Madre Prioresa do Carmelo da Guarda, celebra 50 anos de Vida Religiosa como Carmelita Descalça. Como explica esta entrega a Deus? Irmã Teresa de Jesus: Como pode imaginar, pelas minhas próprias forças eu não conseguiria nenhuma entrega e muito menos durante 50 anos! Isto só pode ser Dom de Deus! Só o Amor Infinito que Ele me tem, pode dar novidade a uma vida aparentemente sempre igual e «inútil». Na verdade na medida em que a liberdade interior cresce, vejo cada vez mais horizontes amplos que me lançam para o Infinito…não me arrependo de ter vindo…atrevo-me a dizer que me saiu a sorte grande…! A Guarda: O que recorda da sua infância, dos lugares onde aprendeu a brincar e a crescer? Irmã Teresa de Jesus O ambiente familiar muito cristão – a minha mãe era de Missa e Comunhão diária! - o convívio com os meus irmãos - éramos 8 - apesar das diferenças de idade! Quando aprendi a ler - o meu atrativo pela leitura; as representações teatrais!. Gostava muito de cozinhar, de andar de barco…de nadar… de passear. Apesar de me considerar pacata, era alegre! Fui uma criança feliz rodeada de carinho, de muito carinho e de bons exemplos. A Guarda: O que a levou a deixar tudo para trás e a entrar num Mosteiro de Clausura? Irmã Teresa de Jesus Só DEUS é o motivo de haver deixado tudo!. É um Dom do Seu Amor Infinito por mim! Senti que Deus me chamava para este estilo de vida e entrei sem pensar em mais nada, nem no que deixava, nem no que ia encontrar…! Vim apenas atraída por JESUS, apesar de sentir o sofrimento familiar mas não a sua oposição! Irmã Teresa de Jesus A Guarda: Como é que explica aos jovens de hoje que também se pode viver feliz e alegre fechada num Mosteiro? Irmã Teresa de Jesus Não se explica por si mesmo e muito menos com teorias! Se a nossa vida impacta por ser radical e contrasta abertamente com as formas habituais de vida cristã quanto mais ainda não será em relação aos “valores” sociais e culturais predominantes? Este contraste confere uma aparência de anti-cultura. Daqui surge o profetismo: Testemunhamos o único valor absoluto - Deus, e a nossa consequente vida futura. Isto é um Dom…nenhuma de nós tinha pensado vir…mas quando Deus nos toca…há que fazer opções! Para a mentalidade atual só tem valor o que dá lucro, o que se vê, o que se faz…a Vocação é uma questão de fé…que vou eu explicar? O segredo está na relação pessoal com Jesus Cristo, consequência do Chamamento que fez a cada uma. Fala-me de vivermos «fechadas» num Mosteiro… As pessoas quando vêm a 1ª vez ao nosso Locutório fazem-nos muitas vezes a mesma pergunta: “As Irmãs não se sentem «fechadas»!?” Na verdade…no locutório já nem nos damos contas que existem grades!…um dia veio um grupo de jovens ao nosso Carmelo. Depois de alguma conversa um deles terminou por dizer o seguinte: «As irmãs que estão “aí dentro” são mais livres do que eu que estou “aqui fora”». Isto já diz tudo…A liberdade interior diante das coisas e das realidades visíveis ou mundanas é um Dom que a própria vocação nos oferece e um dos sinais dessa liberdade é a alegria! Só com esta liberdade podemos viver o projeto que Deus tem para cada uma, como Carmelitas Descalças! Materialmente o nosso espaço é amplo e belo…pode ver o nosso pequeno filme de 50 minutos no Youtube «Pés descalços para o infinito – Carmelo da Guarda”! A Guarda: Como é que se vive dentro de um Mosteiro de Clausura? Irmã Teresa de Jesus Vivemos naturalmente a nossa vocação, com grande liberdade interior e com muita alegria! Temos as nossas dificuldades, como todas as pessoas. Mas o centro de atenção, o que polariza o nosso coração é cada vez mais o grande Amor que nos levou a deixar tudo e vir!. O contacto assíduo com ELE e a amizade sincera no convívio com as irmãs, tendem a dar-nos uma serenidade crescente e um desprendimento grande! Só temos um ÚNICO projeto de Vida: Seguir a Cristo. Este seguimento sem atenuantes, próprio de uma Vida integralmente contemplativa, é a nossa «profissão permanente». Quando outras «profissões», tarefas ou preocupações passam a ser dominantes chega-se inevitavelmente à crise de identidade e então aqui podem começar os problemas. Por isso, não importa muito o que cada uma faz, os cargos que se possa ter no seio da Comunidade, o que importa é como cada uma vive esta relação de amizade com Cristo que, na nossa vida é carisma legado por St Teresa de Jesus!. É este estilo de relação com Cristo que dá o sentido justo da nossa vida e lugar na Igreja. Stª Teresa de Jesus de Ávila – Fundadora do Carmelo Descalço - não definiu, a oração como «Estar muitas vezes, a sós, tratando de amizade com quem sabemos nos ama”!? A Amizade só pode existir entre pessoas… A Guarda: Como é que se celebram 50 anos de Vida Religiosa como Carmelita Descalça? Irmã Teresa de Jesus O DIA deveria ser precedido de 8 dias completos de Retiro no nosso deserto! - este deserto pode vê-lo no nosso filme! - Mas, por razões alheias à minha vontade não me será possível fazê-lo, mas depois fa-lo-ei a seu tempo. No próprio dia teremos a Eucaristia de ação de graças às 15.30 horas presidida pelo Senhor Dom Manuel, a presença de alguns Carmelitas Descalços - digo “alguns” porque é impossível virem mais, já que nessa data estará a decorrer em Fátima na Domus Carmeli o “Congresso da Mística Carmelitana” – assim como de Sacerdotes amigos e da Diocese, da minha família – que é numerosa – e de bons amigos do Carmelo. Mas o que eu quero salientar é sobretudo a presença, o carinho e a amizade das minhas Irmãs de Comunidade! Este dia, para mim é muito significativo…nunca me arrependi de me ter entregado ao que o Senhor quis de mim! A Guarda: Qual a sua ideia sobre as pessoas e a cidade da Guarda? Irmã Teresa de Jesus Desde que viemos a generosidade das pessoas para connosco sempre nos impressionou muito, assim como a sua amizade! Aquando viemos para esta fundação, o Cardeal Eduardo Pirónio, grande amigo nosso e cujo processo já foi introduzido para a sua Canonização dizia à Nossa Madre Maria das Mercês – que também já partiu para o Pai - que aquilo de que a Guarda tem 3 «f’s»: «farta, fria e feia», com a nossa vinda «tornar-se-ia «formosa, fecunda e feliz!» e é assim que a vemos!

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Homilia da Vigília Pascal

Extracto da Homilia da Vigília Pascal

Cristo está vivo no meio de nós. Alegremo-nos e cantemos aleluia, nesta Vigília Pascal, mãe de todas as vigílias e o centro de todo o nosso ano litúrgico.

Toda a caminhada quaresmal nos orientou para esta Vigília; desta mesma Vigília parte um especial dinamismo de vida nova em Cristo ressuscitado que repercute não só na oitava da Páscoa , que vamos viver como sendo um  domingo continuado, mas também na cinquentena pascal que culmina no Pentecostes, com a descida do Espírito Santo sobre toda a Igreja.

 

 

A surpresa das mulheres que encontraram o sepulcro vazio e o percurso interior que, a seguir, fizeram para concluir que Ele ressuscitou tem de ser também a nossa surpresa e o nosso percurso espiritual, neste tempo de Páscoa. Esta surpresa tem de aparecer clara nas nossas vidas para surpreender o próprio mundo, que precisa de novas rezões de esperança. E Jesus Ressuscitado é a grande esperança para a Igreja e para o mundo. Nós somos convidados por Ele a deixarmos que na nossa vida pessoal e na vida das nossas comunidades transpareça de verdade este grande acontecimento da Sua Ressurreição. Agradecemos a Deus o dom do novo Papa que acaba de ser eleito. Ele vem com vontade de ajudar a Igreja a ser cada vez mais transparente à novidade de Cristo Vivo. Ele próprio já deu muitos sinais de que a nota dominante da sua vida pessoal é deixar que a novidade de Cristo se manifeste. Vai continuar a pedi-lo certamente a todas as instâncias da Igreja, desde a Cúria Romana, às Conferências Episcopais, aos bispos, aos padres, aos diáconos aos de especial consagração. Vai certamente  pedi-lo a todas as estruturas da Igreja cuja razão de ser é viver de Jesus Ressuscitado e apresentá-lo de tal modo que o mundo creia.

Santa Páscoa para todos vós e vossas famílias.