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Homilia da Vigília Pascal
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60 anos de vida sacerdotal celebrados com os padres da Diocese da Guarda D. António dos Santos celebrou, esta manhã, 1 de Julho, 60 anos de ordenação sacerdotal. A cerimónia decorreu

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D. António dos Santos foi ordenado sacerdote a 1 de Julho de 1956

60 anos de vida sacerdotal celebrados com os padres da Diocese da Guarda D. António dos Santos celebrou, esta manhã, 1 de Julho, 60 anos de ordenação sacerdotal. A cerimónia decorreu no Seminário da Guarda e contou com a presença do Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, do Bispo de Aveiro, D. António Moiteiro, e de largas dezenas de sacerdotes de toda a Diocese da Guarda e de alguns da Diocese de Aveiro.
Em ambiente de festa, D. António dos Santos presidiu à celebração da Missa de acção de graças e participou na refeição de convívio. Ordenado sacerdote a 1 de Julho de 1956, em Albergaria-a-Velha, recorda com “saudade mas com muita alegria esse dia” e agrade o facto de “Nosso Senhor me conservar a vida e de me conservar sacerdote. Do tempo de pároco recorda que sempre foi “um padre muito popular para as pessoas”, adiantando que a proximidade era tão grande que “em Ílhavo a porta de casa estava sempre aberta para acolher quem quer que fosse”. Na homília da missa de acção de graças nos 60 anos de ordenação, “um dia de alegria e de esperança”, disse a todos os presentes que “a oração é o elemento principal para que haja vocações”. Lembrou que “Deus é generoso e dará à sua Igreja os pastores necessários”. Convidou os presentes a darem as mãos uns aos outros “no trabalho das vocações, na evangelização e na entrega aos irmãos”. Como Bispo da Diocese da Guarda, onde deu entrada a 2 de Fevereiro de 1980, depois de ter sido Auxiliar em Aveiro, ordenou 53 padres, “um dos quais agora é Bispo de Aveiro”. D. António dos Santos nasceu em Quintã, Vagos, no distrito de Aveiro, a 14 de Abril de 1932. Foi ordenado sacerdote em 1 de Julho de 1956, em Albergaria-a-Velha. Exerceu funções em Aveiro e foi pároco em Ílhavo antes de ser ordenado bispo, em 7 de Abril de 1976, em cerimónia realizada no pavilhão municipal de Ílhavo. Entre 1976 e 1979 exerceu as funções de bispo auxiliar na Diocese de Aveiro. Em 17 de Novembro de 1979 foi nomeado bispo da Guarda, mantendo-se em actividade até 1 de Dezembro de 2005, altura em que resignou por motivos de saúde, sendo substituído por D. Manuel Felício.

Jubileu Mundial dos Catequistas

O Departamento da Catequese da Infância e Adolescência da Diocese da Guarda vai participar no Jubileu Mundial dos Catequistas, em Roma, que terá lugar de 23 a 25 de Setembro.
A Peregrinação será de 21 a 26 de Setembro e, para além da participação no Jubileu Mundial dos Catequistas, inclui visitas a diversos monumentos em Roma e à cidade Assis. A peregrinação será presidida pelo Bispo da guarda, D. Manuel Felício. Os interessados em participar podem fazer a inscrição junto do Padre Valter Duarte, responsável do Departamento da Catequese da Infância e Adolescência da Diocese da Guarda.

Padre Bruno Nobre trocou a Engenharia Física pela Companhia de Jesus

Padre Bruno Nobre é natural da Guarda, onde celebra a Missa Nova, no próximo sábado Aos 28 anos deixou para trás uma carreira promissora, depois de um doutoramento em Física, e decidiu entrar na Companhia de Jesus. Bruno Nobre é natural da Guarda, onde estudou até ao final do ensino secundário. No próximo Sábado, às 17.00 horas, celebra a Missa Nova, na Sé da Guarda.
A Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica, em Braga, será o seu campo de missão. Além de ensinar filosofia, tenciona desenvolver o trabalho de investigação nas áreas de filosofia da Ciência e filosofia da natureza.

“O Carisma de D. João de Oliveira Matos adapta-se a todos os tempos”

Maria da Graça Afonso – Coordenadora Geral da Liga dos Servos de Jesus Maria da Graça Afonso é a Coordenadora Geral da Liga dos Servos de Jesus, fundada pelo antigo Bispo Auxiliar da Guarda, D. João de Oliveira Matos. Por ocasião da Festa Anual, que se celebra a 28 e 29 de Agosto, na Ruvina, Sabugal, a Coordenadora Geral fala da Liga dos Servos de jesus e da actualidade do carisma do fundador.
A GUARDA: O que leva a Liga dos Servos de Jesus a promover a Festa Anual? Graça Afonso: A primeira festa oficial da Liga dos Servos de Jesus realizou-se no dia 29 de Maio de 1947 no Rochoso. Desde então passou a ser celebrada, todos os anos, com o mesmo esquema estabelecido por D. João de Oliveira Matos, Fundador da mesma Liga. A fidelidade a esta prática, longe de ser apenas para concretizar o número 19 das Constituições e de prolongar no tempo um desejo do Fundador é sobre tudo importância dos principais objectivos que que estiveram na mente do Venerável Servo D. João: “Acção de graças; reparação; unidade entre todos os membros (sentido de família); incentivo ao aperfeiçoamento”. A GUARDA: Qual a razão da escolha da Ruvina para a realização da Festa deste ano? Graça Afonso: A Comunidade que acolhe a realização da Festa é determinada em reunião de Coordenadoras Locais. Procura-se diversificar o lugar para uma maior divulgação do Carisma, do Fundador, do Espirito que nos anima etc. Mas se numa Casa se se celebrar alguma data importante, digna de ser recordada, então escolhe-se fazer aí a Festa Anual, como forma de comemorar e dar Graças a Deus. A Casa de Cristo Rei, na Ruvina, abriu definitivamente a 25 de Dezembro de 1936, celebrando este ano 80 anos de existência. A GUARDA: Quais os momentos principais da Festa? Graça Afonso: Os momentos principais da Festa, o Venerável D. João delineou-os assim: “Far-se-á uma Vigília de reparação e súplica, a Missa Solene, a Procissão Eucarística, uma Sessão Solene em que será apresentado o estado da Liga e propostos meios para aperfeiçoar a sua acção.” A GUARDA: Quantos elementos tem, actualmente, a Liga dos Servos de Jesus? Graça Afonso: A Liga dos Servos de Jesus conta actualmente com 114 elementos (Servas Internas) distribuídas por 21 comunidades nas dioceses de Guarda, Coimbra, Leiria-Fátima e Sumbe em Angola. A GUARDA: O carisma de D. João de Oliveira Matos ainda tem actualidade? Graça Afonso: Quando leio os Escritos Espirituais do Venerável Servo de Deus D. João de Oliveira Matos, sobre o desmoronamento da família, a ausência de Deus na vida das pessoas, tenho sempre a tentação de verificar a data em que foram escritos. O mesmo pensamento vem, sempre, à minha mente: ”Parece que é de hoje”. Se no tempo do Sr. D. João se sentia e vivia numa certa indiferença, e até mesmo oposição, a Deus, à Igreja, aos valores religiosos, não é verdade que nos dias de hoje estas realidades são ainda mais significativas? Então o “dom do Espirito Santo concedido ao Seu Fundador, leva algumas pessoas a viver mais intensamente a caridade de Cristo, tornando-se fermento activo de renovação de fé, tendo como divisa: «É PRECISO QUE JESUS REINE», é actual e urgente; “O ideal de perfeição espiritual; A reparação e desagravo das ofensas feitas a Deus; A oração pela Igreja; O cumprimento dos deveres de estado com a máxima perfeição e espirito sobrenatural; A dedicação ao apostolado, actuando directamente sobre as pessoas” é actual e urgente. O Carisma do Sr. D. João adapta-se a todos os tempos.

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Homilia da Vigília Pascal

Extracto da Homilia da Vigília Pascal

Cristo está vivo no meio de nós. Alegremo-nos e cantemos aleluia, nesta Vigília Pascal, mãe de todas as vigílias e o centro de todo o nosso ano litúrgico.

Toda a caminhada quaresmal nos orientou para esta Vigília; desta mesma Vigília parte um especial dinamismo de vida nova em Cristo ressuscitado que repercute não só na oitava da Páscoa , que vamos viver como sendo um  domingo continuado, mas também na cinquentena pascal que culmina no Pentecostes, com a descida do Espírito Santo sobre toda a Igreja.

 

 

A surpresa das mulheres que encontraram o sepulcro vazio e o percurso interior que, a seguir, fizeram para concluir que Ele ressuscitou tem de ser também a nossa surpresa e o nosso percurso espiritual, neste tempo de Páscoa. Esta surpresa tem de aparecer clara nas nossas vidas para surpreender o próprio mundo, que precisa de novas rezões de esperança. E Jesus Ressuscitado é a grande esperança para a Igreja e para o mundo. Nós somos convidados por Ele a deixarmos que na nossa vida pessoal e na vida das nossas comunidades transpareça de verdade este grande acontecimento da Sua Ressurreição. Agradecemos a Deus o dom do novo Papa que acaba de ser eleito. Ele vem com vontade de ajudar a Igreja a ser cada vez mais transparente à novidade de Cristo Vivo. Ele próprio já deu muitos sinais de que a nota dominante da sua vida pessoal é deixar que a novidade de Cristo se manifeste. Vai continuar a pedi-lo certamente a todas as instâncias da Igreja, desde a Cúria Romana, às Conferências Episcopais, aos bispos, aos padres, aos diáconos aos de especial consagração. Vai certamente  pedi-lo a todas as estruturas da Igreja cuja razão de ser é viver de Jesus Ressuscitado e apresentá-lo de tal modo que o mundo creia.

Santa Páscoa para todos vós e vossas famílias.