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Homilia da Vigília Pascal
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Diocese da Guarda - Lugares Jubilares, peregrinações jubilares, outras iniciativas jubilares Arciprestado da Guarda | Lugar Jubilar: Sé, com apoio da Igreja da Misericórdia Peregrinação jubilar: À Sé, no dia 17 de

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Ano da Misericórdia - Arciprestado da Guarda

Diocese da Guarda - Lugares Jubilares, peregrinações jubilares, outras iniciativas jubilares Arciprestado da Guarda | Lugar Jubilar: Sé, com apoio da Igreja da Misericórdia
Peregrinação jubilar: À Sé, no dia 17 de Abril de 2016 Outras iniciativas jubilares: Terço da Misericórdia - todas as sextas-feiras, às 15.00 horas; organização das 24 horas para o Senhor, na sexta-feira e sábado anteriores ao IV Domingo da Quaresma - 11 e 12 de Março; celebração da unção dos doentes em 14/2/2016; retiro aberto ao arciprestado, em 5/3/2016; celebração jubilar das crianças em 10/6; oração ecuménica na semana de oração pela unidade dos cristãos, de 18 a 25 de Janeiro; caminhada com jovens, em Junho; celebração da Via Lucis promovida pelos jovens para a comunidade, no tempo pascal; peregrinação mariana à catedral, no mês de Maio; distribuição de uma pagela, com lembrança das 14 obras de misericórdia.

11 anos ao serviço da Diocese da Guarda no exercício o Ministério Episcopal

Faz hoje onze anos que entrei ao Serviço da Diocese da Guarda, no exercício do Ministérios Episcopal. Por isso, diante d’Aquele que para aqui me enviou, desejo prestar contas da administração que tenho realizado sobretudo durante os últimos 12 meses.
E neste prestar de contas vai a minha acção de graças pelo bem que, por graça de Deus, aconteceu, mas também a “mea culpa” pelo bem que deixou de acontecer e devia ter acontecido, como igualmente pelos erros cometidos. Conforta-me o facto de saber que só não erra quem decide nada fazer; mas também que quem assim decide já cometeu o grave erro de virar as costas às responsabilidades. Desejo, por isso, hoje fazer o meu exame de consciência diante da Diocese e do Senhor que para ela me enviou. Começo por dizer que a grande preocupação pastoral do ano de 2015 foi procurar acompanhar e motivar a Diocese, juntamente com todo o nosso Presbitério e diáconos, no processo da preparação da assembleia diocesana que temos agendada para o ano de 2017. Nesse sentido, até Junho passado, procurámos que a responsabilidade de evangelizar fosse fortalecida em todos pelo encontro com a Palavra de Deus, à luz da constituição “Dei Verbum” do Concílio Vaticano II. “Evangelizar para ser pessoa e comunidade” foi o apelo que todos quisemos escutar vindo da constituição “Dei Verbum”, mas também da exortação apostólica do Papa Francisco “Evangelii Gaudium” . Para dar resposta a este apelo, logo no mês de Janeiro, procurámos, nas jornadas de formação do Clero, repensar a nossa catequese da infância e adolescência, com a ajuda da experiência de duas dioceses que praticamente vivem realidades pastorais e sociais idênticas à nossa – foram elas Vila Real e Portalegre-Castelo Branco. Em Fevereiro, na Jornada de formação dirigida principalmente aos cooperadores pastorais dos nossos párocos, centrámos a atenção naqueles ministérios mais necessários ao compromisso com a evangelização. Ministérios que precisamos de descobrir e motivar, mas também de preparar continuamente e cuidar bem em todo o processo evangelizador. O dia da Igreja Diocesana, celebrado na cidade da Guarda e à sombra da nossa catedral, foi também marco importante. Ao avaliar os resultados do empenho de todos neste ano pastoral e no que se refere à motivação para o encontro com a Palavra de Deus e para a renovação da nossa responsabilidade evangelizadora, sinto que os resultados atingidos, em termos dos objectivos propostos, de facto, não foram inteiramente conseguidos. Isso motiva-nos também a modificar algumas formas de acção no ano pastoral em curso. Nele pretendemos voltar a atenção de toda a Diocese para a recepção das orientações dadas pelo Concílio Vaticano II quanto à celebração da Fé. Temos como fonte iluminadora deste nosso esforço conjunto, que queremos fazer em caminhada sinodal, a constituição conciliar “Sacrosantum Conciliar”. O objectivo é refletir as nossas formas de celebração da Fé para sobre elas fazer incidir a luz do Concílio e, a partir das reflexões feitas, preparar a assembleia diocesana. A nossa habitual peregrinação a Fátima no mês de Agosto e a jornada de apresentação do programa do ano pastoral em Setembro foram momentos importantes. Por sua vez, a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima, que percorreu toda a nossa Diocese de 17 de Setembro a 11 de Outubro, dentro do programa preparatório do centenário das aparições, em 2017, foi especialíssimo momento de graça. O Bispo Diocesano presidiu sempre a algum acto celebrativo ou de manifestação pública em todas as sedes do concelho existentes na Diocese. Momento alto foi a consagração de toda a nossa Diocese à Senhora de Fátima, diante da Sua imagem peregrina recebida na Sé da Guarda. 2015 foi também marcado pela celebração do ano da vida consagrada convocado pelo Papa Francisco, tendo começado ainda no ano de 2014 para se prolongar até Fevereiro próximo. Procurei fazer esforço para visitar todas as 28 comunidades religiosas e de vida consagrada que temos na Diocese. Dentro dos tempos de oração e diálogo que preencheram estes encontros, pretendemos dar graças a Deus pelo dom inestimável dos consagrados à Igreja e à sociedade e também aprofundar os aspectos em que devemos optimizar a cooperação dos mesmos consagrados e suas comunidades na vida pastoral da Diocese, conforme pede a Carta convocatória do Papa Francisco. Também de acordo com o expresso desejo do Papa na mesma carta, procurámos dialogar sobre formas de dar a conhecer ao Povo de Deus os respectivos carismas, incluindo a vida e virtudes dos seus fundadores. A preparação e abertura do Jubileu extraordinário da misericórdia foi outra prioridade pastoral. A abertura solene na catedral em 13 de Dezembro foi, de facto, precedida por muitos contactos com sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas e outros consagrados e consagradas e leigos, de modo a definir os diversos programas jubilares, quer o diocesano quer os dos arciprestados. Pretendemos, com este ano jubilar, por um lado, ir ao encontro das pessoas para elas experimentarem a alegria da misericórdia de Deus; por outros lado, procurar motivá-las para a peregrinação aos centros jubilares, principalmente a catedral e, em todo este processo, descobrir que receber o dom da misericórdia divina obriga a oferecê-la também aos outros principalmente através da prática das obras de misericórdia. Olhando para os últimos 12 meses, dou graças a Deus porque Ele nos deu a graça de termos a ordenação de um sacerdote na nossa Diocese da Guarda. Foi na paróquia de Pínzio, no dia 13 de Junho, para a Ordem dos Missionários Capuchinhos. Claro que naturalmente sinto a falta de não termos tido, nos últimos 12 meses, nenhuma ordenação sacerdotal para o nosso Presbitério diocesano. E sinto igualmente que esta falta é apelo a maior empenho, da minha parte certamente, mas também de todos nós sacerdotes e dos outros agentes pastorais para termos os seminaristas necessários nos nosso seminários Maior e Menor. E considero que esta é a realidade pastoral da nossa Diocese que a todos mais nos tem de preocupar. O nosso pré-seminário tem de ser fortalecido para que dele surjam os candidatos necessários para o Seminário Menor e para o Maior. E porque para o futuro próximo não se adivinha que haja ordenações sacerdotais em número suficiente para substituir os sacerdotes que terminam a sua actividade, impõe-se a todos nós procurar novas formas de fazer pastoral. Por exemplo, temos de saber conjugar melhor o trabalho dos sacerdotes com o dos diáconos; mas também o trabalho destes com o dos outros ministérios não ordenados. Com essa finalidade já começámos a dar alguns passos, como é o da iniciativa de formar ministros leigos capacitados para presidir às celebrações dominicais sem celebração da Eucaristia. Temos o programa aprovado e pronto para ser aplicado. Pretendemos com iniciativas como esta não apenas dar resposta às necessidades pastorais existentes, mas também anteciparmo-nos às que nos vão aparecer em futuro próximo. Este ano escolhemos como modelo de pastor para nós sacerdotes a figura do venerável Servo de Deus D. João de Oliveira Matos que serviu a nossa Diocese, no exercício do Ministério episcopal, durante quase 40 manos. A sua grande proximidade às pessoas e às comunidades, a sua espiritualidade sacerdotal forte e profundamente marcada pelo amor à Eucaristia, a sua dedicada entrega ao confessionário e à pregação, a arte de descobrir os colaboradores pastorais necessários, de os preparar e entusiasmar para a missão são importantes notas da sua vida de pastor que em muito podem ajudar o nosso ministério sacerdotal. Por isso o propusemos como nosso modelo na apresentação do programa pastoral para este ano. O ano 2015 foi também o ano da visita “ad limina” dos Bispos portugueses, na primeira semana de Setembro. Foi oportunidade, primeiro, para, através da elaboração do relatório quinquenal enviado à Santa Sé quatro meses antes, avaliarmos e repensarmos os aspectos essenciais da vida da nossa Diocese; depois foi motivadora a experiência do encontro com o Santo Padre, o Papa Francisco que, pelo diálogo franco e aberto com os Bispos portugueses, nos motivou e também às nossas Dioceses para continuarmos, com redobrado empenho e muita esperança, o serviço da evangelização. E falando do Papa Francisco, recordo o acolhimento que procurámos dar á sua encíclica “Laudato Si”, também publicada em 2015, sobre o respeito devido à natureza, essa casa comum criada por Deus para todos a podermos habitar, com dignidade e sem exclusões. Dou graças a Deus por mais este ano que Ele generosamente me ofereceu para viver com a nossa estimada Diocese da Guarda. Peço-lhe a Sua bênção para poder estar à altura de a servir com dignidade durante o tempo que Ele entender. A todos os diocesanos – Sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas, outros consagrados e consagradas, leigos e suas associações desejo, neste momento, expressar o meu apreço pela prestimosa colaboração que deles tenho recebido e pedir a necessária indulgência para as inevitáveis limitações que fazem parte do nosso viver uns com os outros. Que o Senhor a todos nos abençoe no percurso de Fé e de serviço à sociedade em que estamos empenhados. Guarda, 16 de janeiro de 2016 +Manuel da Rocha Felício, Bispo da Guarda

Encontro do Bispo da Guarda com deputados eleitos pelos círculos eleitorais da Guarda e de Castelo Branco

O Bispo da Guarda aceitou o convite que lhe foi dirigido para, na sede da Assembleia da República, em Lisboa, ter um encontro com os deputados eleitos pelos círculos eleitorais da Guarda e de Castelo Branco sobre a realidade humana, social e de desenvolvimento dos territórios e principalmente das pessoas por eles representadas e que integram a Diocese da Guarda.
Como é sabido, a Diocese da Guarda, para além de freguesias de 12 concelhos do Distrito da Guarda, integra as freguesias de 4 concelhos do Distrito de Castelo Branco e ainda 4 freguesias do concelho também de Castelo Branco. Em termos de números esta distribuição representa sensivelmente 110 mil pessoas do Distrito de Castelo Branco e 140 mil do distrito da Guarda. Dos 8 deputados que integram os dois círculos eleitorais estiveram presentes neste diálogo seis, a saber: por Castelo Branco, os Dr.s Álvaro Baptista e Manuel Freches e a Drª Hortense Martins; pelo círculo da Guarda, os Dr.s Carlos Peixoto e António José Santinho Pacheco e a Drª Ângela Guerra. Por razões justificadas, não puderam estar o Prof. Doutor Eurico Dias (Castelo Branco) e a Drª Maria Antónia Almeida Santos (Guarda). Este encontro realizou-se na passada quinta-feira, dia 21 do corrente mês de janeiro, estando o Bispo da Guarda acompanhado também pelo Vigário Geral, Cón. Manuel Alberto Pereira de Matos. O diálogo, que durou sensivelmente duas horas, centrou-se principalmente nas medidas que é necessário implementar para suster e procurar inverter a tendência de esvaziamento de pessoas a que os nossos meios estão sujeitos, desde há algumas décadas a esta parte e com crescente agravamento, nos últimos anos. Todos estiveram de acordo em que a fuga de pessoas, no seu ciclo de vida activa, das nossas terras só pode ser travada com a criação de postos de trabalho. E para que tal seja conseguido, entre outras medidas, considerou-se que é prioritário dar atenção às seguintes: 1. Orientar para os nossos meios, sobretudo para determinados centros regionais, alguns investimentos, públicos ou privados, criadores de iniciativas empresariais que sejam consistentes e possam alavancar outras iniciativas locais. Este objectivo deve ser conseguido através de incentivos variados que vão desde uma fiscalidade atractiva, até infraestruturas adequadas e também financiamento majorado. 2. Estimular a vontade das pessoas, quer as que procuram o primeiro emprego quer as desempregadas, para criarem o seu próprio trabalho e, se possível, empregarem mais alguém. Identificar e apresentar devidamente as potencialidades locais, com informação e adequada forma¬ção para incentivar iniciativas variadas é o que se pede aos organismos públicos que têm à sua responsabilidade dinamizar os diferentes sectores de actividade. 3. Nesta linha, através dos organismos públicos e outros privados, é preciso procurar esclarecer as pessoas sobre os trabalhos que elas podem desenvolver com êxito, valendo-se inclusivamente de experiências positivas já feitas, nos nossos meios ou fora deles e voltadas para produções que nos são próprias e também no sector dos serviços. Aqui é bom ter em conta que temos muitas potencialidades próprias que não estão devidamente identificadas e muito menos desenvolvidas, o que justifica que se façam estudos adequados e práticos para conhecer e dar a conhecer as actividades que são possíveis e rentáveis em cada terreno. 4. Também a implantação das novas tecnologias devia ser oportunidade para que mais pessoas empreendedoras pudessem desenvolver os seus trabalhos e projectos nos nossos meios. Felizmente já temos alguns bons exemplos de pessoas que resolveram deslocar para as nossas terras empreendimentos que antes desenvolviam em centros de grande densidade populacional . 5. Lembrou-se também a necessidade de estimular sempre mais a boa relação entre as escolas de cada localidade, sejam as de ensino superior sejam mesmo outras, principalmente as profissionais, e o tecido empresarial das nossas terras. O objectivo é que o saber adquirido possa ter aplicação, o mais directa possível, nas iniciativas de trabalho já criadas nos nossos meios ou outras que possam vir a sê-lo. 6. No nosso diálogo foi sublinhado o facto de que a marca distintiva do serviço que os nossos representantes devem prestar às populações que os elegeram, como igualmente de toda a liderança e governação, tem de ser a proximidade e o empenho em valorizar cada vez mais a relação humana. E neste sentido também se falou em que é bom que os senhores deputados dediquem algum do seu tempo ao contacto com as pessoas que os sufragaram, dialogando com todas elas em geral, mas principalmente com aquelas que se destacam nos seus empreendimentos ou procuram reflectir a realidade e as orientações possíveis do nosso desenvolvimento local. Desta forma, podem auscultar os anseios do maior número e quanto possível garantir o seu apoio declarado na defesa as nossas causas. O objectivo é transportar consigo ideias e propostas que possam chegar ao debate parlamentar, ou pelo menos à discussão nas diferentes comissões e grupos de trabalho ligados ao Parlamento. Desta maneira, contribuirão também para ir desfazendo a distância negativa que muitas vezes de facto existe entre os discursos políticos e especificamente os parlamentares, por um lado e a vida real das pessoas, por outro. Antes deste diálogo com os senhores deputados referidos, o Bispo da Guarda foi recebido pelos dois líderes parlamentares das bancadas do PS e do PSD e depois pelo Sr. Presidente da Assembleia da República. 7. Foi ainda informado de que o Governo aprovou uma unidade de missão para estudar e promover o desenvolvi¬mento do interior do nosso país, nomeadamente as terras consideradas de mais baixa densidade. Aguardamos com alguma esperança os resultados do trabalho que se propõe desenvolver este novo serviço criado para defesa da sustentabilidade dos nossos meios mais sujeitos à pressão do esvaziamento de pessoas.

Jornadas de formação do clero 2016

Guarda “A arte da homilia e o ano jubilar da misericórdia” é o tema das Jornadas de Formação do Clero que vão decorrer no Seminário da Guarda, a 3 e 4 de Fevereiro.
A orientação dos trabalhos será feita por dois sacerdotes da Ordem dos Pregadores (Dominicanos), Frei José Nunes e o Frei Bento Domingues. O primeiro dia é dedicado à homilia e arte da pregação. Propõe como texto base o Directório Homilético da Congregação para o Culto Divino e a disciplina dos sacramentos, traduzido e publicado pela Paulus e à venda na Veritas. O segundo dia, centrado na realidade do Jubileu da Misericórdia, terá como base as oito propostas feitas pelo Conselho Pontifício para a Nova Evangelização sobre o Jubileu da Misericórdia, que podem inspirar as pregações durante o jubileu. Os trabalhos iniciam-se em ambos dias às 10.00 horas, com oração da Hora Intermédia e terminam às 16.30 horas.

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Homilia da Vigília Pascal

Extracto da Homilia da Vigília Pascal

Cristo está vivo no meio de nós. Alegremo-nos e cantemos aleluia, nesta Vigília Pascal, mãe de todas as vigílias e o centro de todo o nosso ano litúrgico.

Toda a caminhada quaresmal nos orientou para esta Vigília; desta mesma Vigília parte um especial dinamismo de vida nova em Cristo ressuscitado que repercute não só na oitava da Páscoa , que vamos viver como sendo um  domingo continuado, mas também na cinquentena pascal que culmina no Pentecostes, com a descida do Espírito Santo sobre toda a Igreja.

 

 

A surpresa das mulheres que encontraram o sepulcro vazio e o percurso interior que, a seguir, fizeram para concluir que Ele ressuscitou tem de ser também a nossa surpresa e o nosso percurso espiritual, neste tempo de Páscoa. Esta surpresa tem de aparecer clara nas nossas vidas para surpreender o próprio mundo, que precisa de novas rezões de esperança. E Jesus Ressuscitado é a grande esperança para a Igreja e para o mundo. Nós somos convidados por Ele a deixarmos que na nossa vida pessoal e na vida das nossas comunidades transpareça de verdade este grande acontecimento da Sua Ressurreição. Agradecemos a Deus o dom do novo Papa que acaba de ser eleito. Ele vem com vontade de ajudar a Igreja a ser cada vez mais transparente à novidade de Cristo Vivo. Ele próprio já deu muitos sinais de que a nota dominante da sua vida pessoal é deixar que a novidade de Cristo se manifeste. Vai continuar a pedi-lo certamente a todas as instâncias da Igreja, desde a Cúria Romana, às Conferências Episcopais, aos bispos, aos padres, aos diáconos aos de especial consagração. Vai certamente  pedi-lo a todas as estruturas da Igreja cuja razão de ser é viver de Jesus Ressuscitado e apresentá-lo de tal modo que o mundo creia.

Santa Páscoa para todos vós e vossas famílias.