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Homilia da Vigília Pascal
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Sua Excelência o Sr. Presidente da República esteve no Fundão, no sábado passado, 4 de Junho, para participar no encerramento do 12º Congresso Nacional das Misericórdias. O Bispo da Guarda

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Milhares de pessoas participaram, este Domingo, dia 5 de Junho, Peregrinação Jubilar dos Arciprestados da Diocese, à Sé da Guarda. A concentração começou no Seminário da Guarda com o acolhimento pelo

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Fundão - Bispo da Guarda apresentou preocupações ao Presidente da República

Sua Excelência o Sr. Presidente da República esteve no Fundão, no sábado passado, 4 de Junho, para participar no encerramento do 12º Congresso Nacional das Misericórdias. O Bispo da Guarda deixou-lhe as seguintes preocupações.
Estamos num território de baixa densidade populacional, por isso, é para nós razão de esperança a recente criação de uma unidade de missão para a valorização do interior. A responsável por esta unidade de missão, Drª Helena Freitas, esteve recentemente neste município e deixou importantes sinais de esperança. É preciso, porém, passar das palavras aos actos. Falta-nos discriminação fiscal positiva capaz de entusiasmar as empresas a investir nos nossos meios. Há bens de consumo que, sendo de menor qualidade entre nós, pagamo-los mais caro do que nos grandes centros – caso das auto-estradas. E outros que pagamos a preço igual, mas são mais necessários aqui –caso da energia no inverno – e pagos por cidadãos de mais baixo rendimento. Segundo as estatísticas o nosso rendimento situa-se abaixo dos 70% da média nacional, quando nos grandes centros duplica esta média. O Sr. Presidente da República, há três semanas, discursou na inauguração das novas instalações da R.R., convidando ao diálogo e à procura de ajustamentos entre a sociedade civil e a tutela do Estado, sobretudo em 3 áreas fundamentais da nossa vida em sociedade, a saber a educação, a acção social e a saúde. Concretizando, quanto ao ensino, a nossa Constituição consagra o princípio da liberdade de ensinar e aprender. A mesma constituição declara expressamente a aconfessionalidade do estado e bem; assim como sublinha que o estado não assume nenhuma filosofia da educação e bem. Mas também sabemos que não pode haver projecto educativo sem uma filosofia da educação. Sendo assim, é preciso tirar todas as consequências e entregar a quem de direito a responsabilidade de definir e propor os projectos educativos; porque não pode haver escola que se preze sem projecto educativo. Este é um debate que está por fazer entre nós, mas urge fazê-lo, sem medo das consequências e perguntar quando é que o Estado está disposto a entregar à sociedade civil a responsabilidade de elaborar e implementar os projectos educativos e o consequente funcionamento das escolas. Por isso é que a questão da educação entre nós hoje não é económica, é ideológica. Sabe-se quanto custa a frequência escolar de cada aluno seja em que escola for. Porque não proporcionar liberdade total a cada um para escolher o ensino que deseja para os seus filhos, contando com o financiamento material calculado por aluno para a escola escolhida; financiamento esse vindo dos impostos que todos pagamos? Algo parecido se passa com as instituições de solidariedade, onde a sociedade civil desde há muito tempo se antecipou ao estado e dispõe neste momento de um capital de saber que não pode ser desprezado. Há que continuar e aprofundar a cooperação até agora conseguida, em vez de criar novas instituições de tutela estatal onde há outras com tradição e a funcionar bem. Coisa similar acontece, mutatis mutandis, com os serviços de saúde, nomeadamente admitindo e valorizando a cooperação das Misericórdias que nesta matéria dispõem de um capital de experiência que seria muito de aproveitar para optimizar os recursos. E nesta cidade do Fundão houve esforços para devolver à Misericórdia o seu antigo hospital trazendo vantagens de vária ordem para as populações locais e para as finanças do Estado. Porque não chegaram a bom termo esses esforços? É pergunta que, com legitimidade, o nosso público tem direito a fazer e a encontrar quem lhe responda. O que está em causa é o modelo de sociedade, todos o sabemos. Haja coragem para escolher aquele modelo que serve mais e melhor as pessoas, mesmo que ponha em causa interesses corporativos instala¬dos.

Guarda - Milhares de pessoas na Peregrinação Jubilar dos Arciprestados da Diocese da Guarda à Catedral

Milhares de pessoas participaram, este Domingo, dia 5 de Junho, Peregrinação Jubilar dos Arciprestados da Diocese, à Sé da Guarda.
A concentração começou no Seminário da Guarda com o acolhimento pelo Bispo da Diocese, e Depois a multidão seguiu em Procissão para a Sé da Guarda. A jornada jubilar terminou com a celebração da Missa na Sé da Guarda, presidida por D. Manuel Felício.

Penamacor - Diocese da Guarda organiza XII Clericus Cup

O próximo torneio de futsal de padres católicos, Clericus Cup, decorrerá neste ano 2016 na Diocese da Guarda.
O XII Clericus Cup acontecerá na Vila de Penamacor, nos dias 4, 5 e 6 de Julho de 2016. O programa do torneio compreende o almoço do dia 4 de Julho, segunda-feira, até ao almoço, inclusive, do dia 6 de Julho, quarta-feira. O alojamento dos participantes no XII Torneio de Futsal Clericus Cup acontecerá no Hotel Santiago SPA, de quatro estrelas, na Vila de Penamacor. “Na senda de experiências anteriores, queremos valorizar o convívio a par da competição. Assim, como observarão no programa que segue, em baixo, na tarde do dia 5 de Julho, terça-feira, participaremos num passeio Cinegético, tipo safari e nas duas noites em que decorre o programa haverá programação cultural”, explicou a organização na apresentação do Torneio, que decorreu esta manhã, na Guarda. Até ao momento estão inscritas para participação no XII Clericus Cup as equipas de várias Dioceses. No total são esperados 120 participantes no XII Clericus Cup. 4 de Julho | segunda feira 11h00 – Acolhimento e chek in no hotel Santiago SPA em Penamacor 13h00 – Almoço seguido de sorteio para fase de grupos 15h30 – Jogos da fase de grupos em dois pavilhões da Vila 19h00 – Fim dos jogos 19h30 – Eucaristia na igreja matriz de Penamacor, presidida pelo bispo da diocese da Guarda, D. Manuel Felício 20:30 – Jantar convívio seguido de programa cultural 5 de Julho | terça feira 09h30 – Jogos fase de grupos 12h30 – Fim dos jogos da fase de grupos 13h00 – Almoço 15h30 – Passeio Cinegético 20h00 – Jantar e programa cultural 6 de Julho | quarta feira 09h30 – Jogos meias finais/ finais 12h30 – entrega de prémios 13h00 - Almoço

Seia - Bispo da Guarda quer Capela de Nossa Senhora do Ar aberta ao culto

O Bispo da Guarda pretende que a capela de Nossa Senhora do Ar, na Torre, Serra da Estrela, esteja aberta ao culto, com celebração da eucaristia, no último domingo de Julho, Agosto e Setembro.
O desejo foi manifestado no final da Missa que celebrou na Capela de Nossa Senhora do Ar, por ocasião do Jubileu da Misericórdia do arciprestado de Seia, no último sábado, dia 18 de Junho, que juntou mais de 300 pessoas. O final da celebração ficou marcado pela cor dos balões que foram lançados em sinal de alegria, e pelo júbilo do bispo diocesano pela forma como decorreu a celebração. Além da missa presidida por D. Manuel Felício, o programa do evento convidou as pessoas ao sacramento da reconciliação, com a realização de confissões. Para os peregrinos chegarem à capela da Senhora do Ar, no “ponto mais alto da Serra da Estrela” e de Portugal Continental, foram propostos dois percursos, um com dificuldade média e outro apenas simbólico. “Um dos percursos de dificuldade média tem início ao quilómetro 27, da estrada nacional 338 e prolonga-se por quase quatro quilómetros", até à capela da Senhora do Ar, na Torre. "O segundo percurso, apenas simbólico, com cerca de 200 metros, será entre o marco geodésico e a capela”, informou a Diocese da Guarda. A iniciativa realizada no âmbito do Ano Santo da Misericórdia ofereceu aos peregrinos a possibilidade de alcançarem a indulgência jubilar.

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Homilia da Vigília Pascal

Extracto da Homilia da Vigília Pascal

Cristo está vivo no meio de nós. Alegremo-nos e cantemos aleluia, nesta Vigília Pascal, mãe de todas as vigílias e o centro de todo o nosso ano litúrgico.

Toda a caminhada quaresmal nos orientou para esta Vigília; desta mesma Vigília parte um especial dinamismo de vida nova em Cristo ressuscitado que repercute não só na oitava da Páscoa , que vamos viver como sendo um  domingo continuado, mas também na cinquentena pascal que culmina no Pentecostes, com a descida do Espírito Santo sobre toda a Igreja.

 

 

A surpresa das mulheres que encontraram o sepulcro vazio e o percurso interior que, a seguir, fizeram para concluir que Ele ressuscitou tem de ser também a nossa surpresa e o nosso percurso espiritual, neste tempo de Páscoa. Esta surpresa tem de aparecer clara nas nossas vidas para surpreender o próprio mundo, que precisa de novas rezões de esperança. E Jesus Ressuscitado é a grande esperança para a Igreja e para o mundo. Nós somos convidados por Ele a deixarmos que na nossa vida pessoal e na vida das nossas comunidades transpareça de verdade este grande acontecimento da Sua Ressurreição. Agradecemos a Deus o dom do novo Papa que acaba de ser eleito. Ele vem com vontade de ajudar a Igreja a ser cada vez mais transparente à novidade de Cristo Vivo. Ele próprio já deu muitos sinais de que a nota dominante da sua vida pessoal é deixar que a novidade de Cristo se manifeste. Vai continuar a pedi-lo certamente a todas as instâncias da Igreja, desde a Cúria Romana, às Conferências Episcopais, aos bispos, aos padres, aos diáconos aos de especial consagração. Vai certamente  pedi-lo a todas as estruturas da Igreja cuja razão de ser é viver de Jesus Ressuscitado e apresentá-lo de tal modo que o mundo creia.

Santa Páscoa para todos vós e vossas famílias.