Bispo de Viseu, Dom António Luciano dos Santos Costa

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Homilia - Dia da Igreja Diocesana: 2.6.2018
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A cátedra da Sé da Guarda é uma das peças que integra a exposição ‘Na Rota das Catedrais – Construções (d)e Identidades’, que foi inaugurada esta terça-feira, 26 de Junho,

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O novo bispo de Viseu, D. António Luciano, entrará de forma solene na diocese a 22 de Julho, numa celebração que vai decorrer na Sé daquela cidade, às 16.00 horas.

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Igreja/Património - Cátedra da Sé da Guarda integra exposição dedicada à Rota das Catedrais

A cátedra da Sé da Guarda é uma das peças que integra a exposição ‘Na Rota das Catedrais – Construções (d)e Identidades’, que foi inaugurada esta terça-feira, 26 de Junho, na Galeria D. Luís, Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa. A exposição reúne mais de 110 peças provenientes de catedrais e igrejas de Portugal continental, Madeira e Açores, algumas classificadas como Tesouros Nacionais, até 30 de Setembro.
Inserida no projecto “Rota das Catedrais”, resultante do acordo de cooperação entre o Ministério da Cultura e a Conferência Episcopal Portuguesa assinado em 2009, esta exposição pretende traduzir, globalmente, as diferentes dimensões do património catedralício distribuído de Norte a Sul do país, do Litoral ao Interior, passando pelas regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Desvendando as chaves para uma abordagem multifacetada, apresenta o que de melhor se produziu nas catedrais portuguesas, quer do ponto de vista do seu património material, como imaterial. ‘Na Rota das Catedrais – Construções (d)e Identidades’ é comissariada por Marco Daniel Duarte, historiador de arte e director do Museu do Santuário de Fátima. A inauguração exposição contou com a presença do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, e do cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente. Esta iniciativa é promovida pelo Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja e pela Direcção-Geral do Património Cultural.

Igreja - Viseu prepara entrada solene de D. António Luciano

O novo bispo de Viseu, D. António Luciano, entrará de forma solene na diocese a 22 de Julho, numa celebração que vai decorrer na Sé daquela cidade, às 16.00 horas. A paramentação será na Igreja da Misericórdia, seguindo o cortejo para a Sé Catedral onde terá lugar a celebração da Missa e a leitura da acta. A tomada de posse de D. António Luciano perante o Conselho de Consultores e o Cabido acontecerá no dia anterior, sábado, dia 21 de Julho.
A celebração de entrada solene, do dia 22 de Julho, “é aberta a toda a comunidade”, adiantou ao jornal A GUARDA, o Vigário Episcopal do Clero da diocese de Viseu, padre António Jorge. O novo bispo, ordenado na Sé da Guarda, no dia 17 de Junho, nasceu a 26 de Março de 1952, em Corgas, freguesia e paróquia de Sandomil (Seia), distrito e Diocese da Guarda, trabalhou como enfermeiro nos Hospitais da Universidade de Coimbra; ordenado padre em 1985, foi capelão no Hospital da Guarda e na Universidade da Beira Interior, onde foi professor, assim como na Universidade Católica, em Viseu. No fim da celebração de ordenação, D. António Luciano dirigiu palavras de agradecimento a todos os presentes e desejou “ousadia, renovação, força, coragem” para as dioceses de Viseu e da Guarda. O início do trabalho pastoral de D. António Luciano na Diocese de Viseu vai decorrer no dia 22 de Julho, sucedendo a D. Ilídio Leandro que pediu a resignação ao Papa Francisco por motivos de saúde.

85 anos depois de terem chegado à cidade - Servas de Nossa Senhora de Fátima fecham comunidade da Guarda

A Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima vai deixar a Guarda durante o mês de Julho. Depois de 85 anos ao serviço das pessoas da cidade e da Diocese, esta comunidade deverá abandonar a Guarda na semana de 16 a 22 de Julho.
Ao que o jornal A GUARDA conseguiu apurar, a explicação dada para o encerramento da comunidade tem a ver com a avançada idade das Irmãs que compõem actualmente a comunidade, a que se junta a dificuldade de acesso à igreja e aos locais de trabalho pastoral e a falta de condições para a continuidade do trabalho. A Irmã Deolinda Serralheiro, superiora da comunidade da Guarda, explicou que “as razões mais fundamentais só são conhecidas das superioras maiores, que tomaram esta decisão”. Para assinalar a despedida desta comunidade da Guarda, está agendada uma celebração eucarística de acção de graças pela presença desta Congregação na cidade, ao longo destes anos, que será presidida pelo bispo da Diocese, D. Manuel Felício, na Sé, no dia 15 de Julho, às 18.00 horas. Na hora da partida da Guarda “as Irmãs levam saudade e gratidão”, explicou Deolinda Serralheiro. E acrescentou: “Sentimos sempre as pessoas muito acolhedoras, educadas e amigas. O trabalho pastoral que realizámos foi bem aceite e apreciado pelas pessoas”. À medida que a notícia do encerramento da comunidade vai sendo conhecida “muitas pessoas mostram tristeza pela nossa partida e pedem que não as abandonemos, nomeadamente pela oração” desabafa Deolinda Serralheiro. As Irmãs vieram para a diocese da Guarda para trabalhar na Casa Veritas, na livraria e na tipografia, a pedido do bispo diocesano, há precisamente 85 anos. Além do seu trabalho profissional, as Irmãs faziam catequese a crianças nas Lameirinhas, colaboravam na liturgia das celebrações dominicais e eram visitadoras da cadeia. Anos mais tarde e com o aumento do número de Irmãs da comunidade, coordenavam a catequese paroquial e faziam catequese a crianças e adolescentes; ntegravam a equipa diocesana de catequese, colaboravam na liturgia dominical e asseguravam a exposição do Santíssimo Sacramento, adoração e recitação de Vésperas, aos domingos, na capela do Bonfim; distribuíam a comunhão aos doentes nas suas casas, colaboravam na pastoral juvenil e vocacional e davam especial atenção aos mais pobres, que assistiam, na sua residência. Em 2005, as Irmãs deixaram o trabalho na Casa Veritas, passando a dedicar-se exclusivamente à acção pastoral na paróquia e na Diocese. Actualmente, as Irmãs colaboravam na catequese de crianças e adolescentes, na paróquia, asseguravam a exposição do Santíssimo Sacramento, adoração e recitação de Vésperas, aos domingos, na capela do Bonfim, distribuíam a comunhão aos doentes nas suas casas e no Hospital Sousa Martins; colaboravam em acções pontuais de formação de cristãos adultos na paróquia, no arciprestado da Guarda e na diocese, a pedido dos párocos e do Bispo, respectivamente; integravam o Conselho de Pastoral Paroquial e a equipa de leitores da Sé; colaboravam no voluntariado na Casa de Saúde Bento Menni e davam especial atenção aos mais pobres, que assistiam, na sua residência. De acordo com o carisma da Congregação, de comunhão com a Igreja local, sempre estiveram disponíveis para colaborar na pastoral paroquial e diocesana. Apesar de fechar a casa da Guarda, a Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima vai continuar na Diocese, com a abertura de uma nova comunidade na cidade do Fundão. “As nossas superioras, em diálogo com o Senhor Bispo, tomaram a decisão de abrir uma nova comunidade no Fundão, com algumas Irmãs mais novas, a fim de continuarmos a nossa acção pastoral na Diocese”, adiantou Deolinda Serralheiro ao Jornal A GUARDA. Actualmente, a comunidade das Servas de Nossa Senhora de Fátima na Guarda é constituída pelas irmãs Alice Ribeiro Dinis Pedro, Deolinda da Encarnação Serralheiro, Maria da Piedade de Jesus e Maria dos Prazeres Farinha Marçal Pequito.

Cerimónia vai decorrer na Sé da Guarda - Cardeal Saraiva Martins assinala 30 anos de ordenação episcopal

Os trinta anos de ordenação episcopal do Cardeal José Saraiva Martins, natural de Gagos do Jarmelo, vão ser assinalados na Guarda, no dia 15 de Agosto. O programa que está a ser preparado consta da apresentação de um livro do prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos, da celebração de uma Missa de Acção de Graças e de um jantar comemorativo.
Tanto a apresentação do livro como a celebração da Missa terão lugar na Sé Catedral da Guarda, a que se seguirá a refeição convívio no Seminário da Guarda. Recorde-se que, em 26 de Maio de 1988, o Papa João Paulo II nomeou José Saraiva Martins como arcebispo titular e secretário da Congregação para a Educação Católica. A sua ordenação episcopal aconteceu há trinta anos, no dia 2 de Julho de 1988. O mesmo Papa nomeou-o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, no dia 30 de Maio de 1998,cargo que implica a dignidade cardinalícia. Foi criado cardeal pelo Papa João Paulo II, no Consistório de 21 de Fevereiro de 2001, tendo-lhe sido outorgado o título de cardeal-diácono de Nostra Signora del Sacro Cuore. Com a morte do Papa João Paulo II, D. José Saraiva Martins veio a ser confirmado no cargo pelo Papa Bento XVI a 21 de Abril de 2005. Em 9 de Julho de 2008 resignou ao cargo de prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. Após a resignação, D. José Saraiva Martins passou a deter o título de prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos. Em 24 de Fevereiro de 2009, o Papa Bento XVI nomeou D. José Saraiva Martins cardeal-bispo da Igreja Católica, com o título de cardeal-bispo de Palestrina.

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Homilia - Dia da Igreja Diocesana: 2.6.2018
alt Ex.cia Rev.ma D.António Luciano, Bispo eleito de Viseu Rev.dos Padres Concelebrantes e Diáconos Irmãos e Irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo 1. Reunimo-nos hoje, na nossa Catedral, sob proteção da sua Padroeira, Nossa Senhora, com o título de Senhora da Assunção. Vimos dos vários pontos da Diocese da Guarda, também em representação das nossas comunidades paroquiais e interparoquiais, incluindo transportando connosco alguns dos símbolos que mais as identificam. E estamos aqui a celebrar o Dia da Igreja Diocesana. É esta uma celebração que foi pedida pela nossa Assembleia Diocesana, há um ano, apontando mesmo o dia da sua realização, no dia de hoje, 2 de Junho. Queremos, por isso, que este dia, o Dia da Igreja Diocesana, seja vivido como ponto de chegada de um primeiro esforço de acolhimento às proposições da Assembleia Diocesana; mas também como ponto de partida, marcado pela carta pastoral que a mesma Assembleia Diocesana também pediu e que hoje é apresentada. Está em causa a caminhada sinodal que quisemos iniciar na preparação da Assembleia Diocesana, ao longo de 3 anos, na sua realização, no primeiro esforço de receção que fizemos durante o ano que agora termina e queremos continuar nos próximos tempos, de acordo com as orientações que nos dá a referida carta pastoral. 2. Estamos nesta solene celebração a viver o Domingo, em Missa Vespertina do IX Domingo do Tempo Comum. O Domingo, como lembram as proposições da Assembleia Diocesana, tem uma importância fundamental na nossa vida de Fé. Por isso, o Domingo e a celebração da Eucaristia ocupam lugar central na nossa vida de cristãos, tanto pessoal como comunitária. Como sabemos, a importância da Sábado para o Povo de Deus do Antigo Testamento é ocupada, na vida da Igreja, pelo Domingo, o primeiro dia da semana, comemorativo da Ressurreição do Senhor. O livro do Deuteronómio lembra-nos hoje o lugar central e estruturante que o Sábado ocupava na vida religiosa e social do Povo de Israel. Era, assim, um dia inteiramente disponibilizado para Deus e para o descanso que a condição humana necessariamente exige. Claro, como muitas vezes acontece e com outras realidades, a importância fundamental deste dia estava sujeita a falsos entendimentos e até a fundamentalismos. E foi o que aconteceu nas tradições dos Judeus, que hoje o Evangelho nos refere, com as sensibilidades farisaicas, diante da atuação de Jesus; sempre focada no bem das pessoas. O escândalo de alguns, quando Jesus justifica a necessidade de as pessoas se alimentarem mesmo em dia de Sábado ou restitui a saúde àquele doente, é mesmo um escândalo farisaico. Escândalo ao qual Jesus responde, enunciando o princípio, que todos compreendem como óbvio - o Sábado é para o homem e não o homem para o Sábado. Também para nós hoje o que está em causa, ao celebrarmos o Domingo, é dignificarmos as pessoas, celebrando a Ressurreição do Senhor e a vida nova que ela inaugura também para nós. Ao mesmo tempo, o Domingo aparece, na roda da semana, como o dia especial da paragem nos afazeres quotidianos para dar lugar a que se cultivem as boas relações sobretudo em família e se dê a devida atenção às pessoas, sobretudo àquelas que se sentem mais abandonadas. É também oportunidade para que os fiéis possam cuidar a sua formação na fé e a espiritualidade verdadeira que dá sentido às suas vidas. Por estas e outras razões, temos obrigação de defender e valorizar o Domingo como instituição da Fé Cristã e ao serviço do bem total das pessoas, da sua verdadeira humanização. 3. Irmãos e irmãs, neste Dia da Igreja Diocesana, que celebramos na nossa Catedral, Igreja Mãe de toda a Diocese, com a força do simbolismo que lhe é próprio, penso ser legítimo deixar aqui enunciados alguns sonhos que hão-de alimentar a nossa caminhada sinodal e de receção da Assembleia Diocesana nos próximos tempos. 3.1. O primeiro deles é que cada uma das nossas comunidades paroquiais e mesmo interparoquiais se transforme em verdadeira Escola de Fé; uma escola onde todos nós somos discípulos e Jesus é o Mestre. E nós queremos aprender a lição deste grande Mestre, mas também viver o seu estilo de vida e sobretudo assumir corajosamente o mandato missionário que Ele nos deixou – Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho. 3.2. Este sonho só se poderá cumprir se formos capazes de desenvolver e organizar bem a rede dos serviços e ministérios em toda a nossa Diocese e nas suas diferentes comunidades paroquiais ou interparoquiais. Para isso temos de continuar a cuidar, com muito empenho, os ministérios ordenados, promovendo as vocações sacerdotais e diaconais; mas temos também de cuidar bem os outros ministérios, sobretudo oferecendo-lhes a formação e o acompanhamento a que eles têm direito. Pedimos, nesta hora, ajuda de Deus para todos os ministérios, incluindo os serviços diocesanos e outros supraparoquiais, de tal modo que possamos vir a ter na nossa Diocese uma verdadeira comunhão de ministérios ao serviço da comunhão de todas e cada uma das nossas comunidades. E que, nesta comunhão de esforços, os sacerdotes se possam dedicar predominantemente às celebrações e ao acompanhamento espiritual, com tempo para atender. 3.3. Sonhamos com comunidades abertas umas às outras e à Igreja Diocesana e Universal, assim como às grandes necessidades do mundo e da sociedade que nos envolvem. E sobre esta abertura das comunidades às preocupações da Igreja e do mundo, crescendo em ardor missionário, nunca é demais lembrarmos as recomendações que nos faz o Papa Francisco sobre que a Igreja deve ser sempre uma Igreja em saída, para as periferias da pobreza, mas também da ignorância e das muitas outras dimensões da marginalidade que infelizmente continuam a fazer sofrer as pessoas, apesar dos avanços surpreendentes da ciência e da técnica. Claro que esta abertura das comunidades tem de se dar sempre de dentro para fora e por isso temos de saber motivar cada uma delas para a relação e a cooperação com as comunidades vizinhas, a começar pelos grupos de paróquias confiadas ao mesmo pároco ou aos mesmos párocos. É evidente que as nossas comunidades em geral precisam de continuar a ser educadas para esta comunhão entre elas, nomeadamente assumindo programas pastorais comuns, partilhando ministérios, serviços de formação e de celebração e outros. 3.4. O método da caminhada sinodal que a nossa Assembleia recomenda e em geral as orientações da Igreja também recomendam, para se aprofundar devidamente, dando lugar e voz a todos, vai exigir de toda a rede de ministérios e em particular de nós sacerdotes grande empenho no cuidado dos instrumentos de participação, como são os conselhos pastorais paroquiais e interparoquiais, o conselho pastoral arciprestal e conselho pastoral diocesano. São instrumentos indispensáveis na caminhada sinodal que, de forma abrangente, nos é recomendada. 3.5. A carta pastoral que nos foi pedida fala nestas e em outras orientações. Não podemos nem queremos cumpri-las todas de uma só vez. Queremos caminhar devagar, com passos sustentados, envolvendo o mais possível a todos, sem deixar ninguém para trás. No próximo ano pastoral, é nossa intenção concentrar-nos na notável rede de catequistas que temos na nossa Diocese, para revermos as formas de lhes dar a necessária formação e acompanhamento. Acrescentamos-lhe a preocupação por dinamizar, nas nossas comunidades, a responsabilidade missionária, nomeadamente procurando dar cumprimento à recomendação que nos faz a Assembleia Diocesana de criarmos núcleos de dinamização missionária nas comunidades. A própria catequese dos primeiros anos não pode deixar de incluir a vertente da responsabilidade missionária, atendendo às orientações superiores sobre a infância missionária. 3.6. A terminar, queremos sublinhar que a grande alavanca no processo de renovação para o qual a Assembleia Diocesana nos desafia é a de uma espiritualidade forte, bem alicerçada em Cristo e nas orientações da Igreja. A nossa Diocese tem boa tradição de aposta na formação e acompanhamento espiritual, sobretudo com o Lausperene e os retiros. Deixemo-nos guiar pelo Espírito Santo e a necessária renovação acontecerá com naturalidade. +Manuel da Rocha Felício, Bispo da Guarda